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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Missa é chata para quem é chato na Missa!


Pois é meus queridos irmãos, ao longo de anos de caminhada, encontramos de tudo pelo caminho, entre conversões e desvios, milagres e espera, ânimo e desânimo, Fé e a falta dela percemos em tudo isso, a determinação do ser humano na incansável busca de respostas ou sinais que para alguns não são tão fáceis de serem encontrados.
Para nós Católicos, podemos dizer que toda nossa Fé se resume principalmente ao Milagre da Celebração Eucarísitca, e nela encontramos toda resposta, todo milagre, toda cura, todo sinal e santidade que buscamos.
Mas infelizmente, alguns irmãos que até julgam professar a Fé Católica costumam cometer um grande erro ao tentar responder porque não participam da Igreja ou sequer vão a Missa como deveriam. Alguns argumentam: "A Missa na minha Paróquia é chata". Se você que está lendo este texto, não se encaixa neste perfil, ótimo... mas se você ao ler isso pensou: "Nossa, ele está falando da minha Paróquia" eu digo a você que não, não falei de sua Paróquia, se você acha que a Missa na sua Paróquia é chata, então estou falando de você e para você.
Sabe porque você acha a Santa Missa chata? PORQUE VOCÊ É MUITO CHATO NA MISSA!!!
São muitas as pessoas que encontram desculpas e culpados para não participar da Igreja, e chegam ao cumulo de dizer que a Maior Riqueza que temos na Igreja é simplismente chata, talvez porque a música não lhe agrada, ou o a Homilia do Padre o incomoda, ou quem sabe o calor da Igreja, ou as pessoas que frequentam a Igreja não lhe agradam, ou até mesmo o próprio ambiente lhe é incomodo.
São pessoas que vão a Missa por obrigação e não prazer, fingem abraçar uma Fé muito mais por medo do inferno do que por Amor ao Céu, olham o tempo todo para o relógio, se dispersam com qualquer coisa, o tempo todo reparando nas atitudes das outras pessoas, ficam irritados se a Homilia demora um pouco mais que o normal e vão a loucura com os avisos ou teatros no final da Missa, ou seja, a pessoa viu tudo, menos Jesus presente na Eucaristia e depois diz que a Missa é que é chata... FAÇA-ME O FAVOR HEIN!
O pior de tudo, é que são essas pessoas que depois começam a passar dificuldades, e vão "buscar" Deus em outros lugares onde oferecem respostas imediatas e milagres a troco de dinheiro, e saem felizes dizendo que lá sim encontraram a Deus... triste isso, já que Deus é Onipresente, mas em nossa Igreja bate o coração de um Jesus Eucarístico e quando Ele se faz presente no Santíssimo Sacramento, muito não o enxergam, ou simplismente fazem pouco caso de sua presença.
A Missa deixará de ser chata, para aqueles que deixarem de ser chatos para ela e buscar participar plenamente da Liturgia, deixar-se envolver pelo momento Sagrado da Comunhão.
Toda Missa Cura, toda Missa é milagrosa, toda Missa liberta...desde que nossa Fé se rende a tudo isso!
Volto a dizer meus amigos, quando alguém disser que a Missa é chata, de um modo bem terno e sereno diga para ela que isso só vai mudar quando ela deixar de ser chata na Missa!

Fiquem com Deus!

Renato Emanuel

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Aos pés de tua Cruz - Banda Dom


Vou ficar bem aqui
Aos pés de tua Cruz
Olhando em teus olhos
Tua face de Luz
Não sou merecedor
De todo este Amor
Perdoa porque o matei

Ah! Por que zombam de ti e não te consolam?
Não vêem o bem que fizeste por toda a Terra
Ah! Por que não deixa a cruz e larga o sofrer?
E ainda pede ao Pai perdão por quem não crê

Ouço o teu grito chamar meu nome
Entrega-me ao Pai e lava o meu pecado
O céu se abre, a dor me consome
Não tenho mais dúvidas
És o Filho de Deus

Composição : Ana Paula Ismerim e Frederico Cruz


quinta-feira, 21 de abril de 2011

Não basta seguir, é preciso Confiar!



Para muitos parece bastante simples dizer: "Confia no Senhor", mas esta passagem mostra exatamente o contrário. Esta citação do Evangelho de Mateus vem nos mostrar o quanto nossa natureza é falha, o quanto somos capazes de desacreditar em Deus nos momentos de fraqueza, de solidão, de medo ou Angústia.
Pedro, se tornara um dos primeiros Apóstolos de Jesus tendo portanto a oportunidade de segui-lo, ouviu o Sermão da montanha, presenciou inumeras curas como a do Paralitico e do leproso entre tantas outras, ouviu todas as Parábolas por Cristo contadas, viu Jesus acalmar tempestades e expulsar demônios, e ainda sim num momento de medo e dúvida, viu sua Fé fraquejar logo na frente daquele qual é o único Digno de total confiança.
Pedro andava com Jesus, amava Jesus, seguia Jesus, Falava em nome de Jesus e quis estar perto de Jesus, mas para isso naquela noite, naquele momento, sobre aquelas águas, ele precisaria vencer o medo, a dúvida para alcançar as mãos de Jesus... Pedro foi vencido.
Jesus conhece profundamente nosso coração, ele conhecia o coração de Pedro e sabia de sua fraqueza... ao vê-lo afundando em meio as Águas, estendeu-lhe as mãos, trouxe para junto de si, mas fez questão de questionar a falta de Fé daquele que estava ao seu lado e ainda sim não possuia plena confiança em suas Palavras.
Meus amigos, assim somos nós muitas vezes ao longo de nossa caminhada, até porque essa passagem é direcionada principalmente para aqueles que dizem seguir Jesus, como Pedro seguia... para aqueles que falam, pregam, oram, intercedem, louvam em  nome de Jesus.
Você que está lendo este texto e já tem alguns anos de caminhada, busque em suas lembranças, quantos irmãos e irmãs não caminharam ao teu lado, coordenadores de grupos ou pastorais, Jovens de ministério de musica, pessoas que participavam de teatro, pregadores da Palavra, Intercessores, amigos que ao decorrer do tempo, mesmo andando ao lado de Jesus e levando sua Palavra, deixaram-se levar pelas decepções, medos, angústias, desânimo, provações e acabaram se afundando nas Águas da falta de Fé como Pedro naquela noite.
Infelizmente, muitos do nossos irmãos que afundaram nessa incerteza, não conseguiram ou não quiseram estender as mãos para Jesus traze-los de volta ao barco da Fé e hoje vivem a mercê do comodismo ou até mesmo de uma fé contrária a doutrina Católica, buscando respostas para seus medos e sofrimentos em lugares que oferecem soluções rápidas e mágicas. Esqueceram do primeiro Amor, do chamado Eucarístico, do Amor Materno de Nossa Senhora...
Devemos ter consciência de nossas fraquezas, de nossas falhas, mas não devemos nos entregar a elas, não devemos deixar que o inimigo use nossos problemas para ferir nossa certeza de Fé. Para isso é preciso muito mais do que simplismente estar ao lado de Jesus, é preciso muito mais do que simplismente pregar, cantar, tocar, interceder em nome de Jesus... é preciso sobretudo Confiar em Jesus, fazer aquilo que ele diz como Maria nos aconselha (JO2,5) e quando no pior dos momentos, sentirmos que estamos afundando em meio as nossas fraquezas, devemos nesta hora estender nossa mão em direção a Jesus, oara que ele nos traga de volta para dentro do barco, com a certeza de que a tempestade de nossa vida, será então acalmada por Ele.
Confia no Senhor meu amigo(a), e deixe que ele guie seus passos, sua vida, seu agir, seu pensar, seu falar, seu ministério, seus planos e projetos, sua família, suas amizades...coloque tudo isso no Coração de Jesus e deixe a Graça acontecer em sua Vida. A exemplo de Pedro, que em muitas vezes demonstrou outras fraquezas, ainda sim Jesus confiou-lhe a sua Igreja, porque Jesus conhecia o coração de Pedro. Assim também conhece o meu coração, conhece o teu coração e Jesus tem planos para sua vida, mas que dependem do seu sim, da sua disponibilidade em segui-lo, mas principalmente de acreditar em suas Palavras, portanto meu amigo(a)...
Confie no Senhor!!!

Renato Emanuel

terça-feira, 19 de abril de 2011

No Twitter agora tem o @BlogJuvCatolica

É com muita alegria que convidamos a todos os Católicos a seguirem nosso perfil também no Twitter... @BlogJuvCatolica;


Todos juntos por uma Juventude Católica Mariana e Eucaristicamente forte na Fé!

Renato Emanuel

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Confissão, Sacramento de Cura

A confissão, reconciliação, sacramento da penitência ou sacramento do perdão é um sacramento que envolve a remissão de pecados perante um padre (presbítero) ou bispo que neste momento atua em nome de Cristo, e o recebimento do perdão divino das faltas confessadas e de uma penitência (reparação de danos causados pelo pecado). É praticado na Igreja Católica, na Igreja Ortodoxa e em algumas comunidades religiosas da Igreja Anglicana. A Igreja Católica pune automaticamente com excomunhão qualquer sacerdote que revelar o que lhe foi dito em confissão.


Na Bíblia
Jesus Cristo cedeu aos doze apóstolos o poder de perdoar os pecados (Jo 20,21-23). São Paulo posteriormente adverte da necessidade e da origem deste sacramento (2Cor 5,18). As Igrejas cristãs que praticam a confissão ensinam que este poder foi transmitido ao clero, que pode ser visto como os sucessores espirituais dos Apóstolos, que continuariam a transmiti-los. O poder de perdoar os pecados, porém, não deve ser conferido a qualquer um (1Tm 5,22), ainda que o valor deste sacramento não dependa da santidade pessoal do sacerdote (Rom 5,11), pois o objetivo é evitar escândalos causados por pessoas despreparadas, que não compreendam este sacramento em sua totalidade (1Tm 4,14).

Arrepender-se é preciso
Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica 297, além do perdão dos pecados conferido pelo Batismo, é necessário o sacramento da penitência "porque a nova vida da graça, recebida no Batismo, não suprimiu a fragilidade da natureza humana nem a inclinação para o pecado (isto é, a concupiscência), Cristo instituiu este sacramento para a conversão dos baptizados que pelo pecado d’Ele se afastaram."
Os atos do penitente são "um diligente exame de consciência; a contrição (ou arrependimento), que é perfeita, quando é motivada pelo amor a Deus, e imperfeita, se fundada sobre outros motivos, e que inclui o propósito de não mais pecar; a confissão, que consiste na acusação dos pecados feita diante do sacerdote; a satisfação, ou seja, o cumprimento de certos actos de penitência, que o confessor impõe ao penitente para reparar o dano causado pelo pecado."
"Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão."
Resumidamente, a penitência desempenha a função de perdoar os pecados do indivíduo, e assim alcançando a absolvição ou o perdão de Deus.

Penas temporais
Mas, o perdão obtido pela Reconciliação não significa a eliminação total das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e de praticar as boas obras, a fim de reparar o mal cometido pelo pecado. Se as penas temporais ainda não forem eliminadas durante a vida terrena, as pessoas que as têm necessitam de uma purificação no Purgatório, antes de entrar no Paraíso.

Indulgências
A indulgência é a eliminação total ou parcial das penas temporais do cristão devidas a Deus pelos pecados cometidos, mas já perdoados pelo sacramento da Confissão, na vida terrena. A existência das indulgências é a consequência da crença católica de que o perdão obtido pela confissão não significa a eliminação das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e praticar as boas obras, a fim de reparar o mal que teria sido cometido pelo pecado.

Recebendo indulgências
Entre as práticas que levam o cristão a obter uma indulgência, há, por exemplo, a reza do Santo Rosário, os Exercícios Espirituais de St. Inácio de Loyola, a leitura piedosa das Sagradas Escrituras, o uso e devoção ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, a visita ao Santíssimo Sacramento durante pelo menos 30 minutos, bem como o uso constante de um objeto de piedade, devidamente benzido pelo Sumo Pontífice ou por um Bispo ou ainda por um padre (crucifixos, medalhas bentas, etc.). Além disso, certas orações aprovadas pela autoridade eclesiástica também conferem indulgências, são algumas delas:

"Nós vos damos graças, Senhor, por todos os vossos benefícios. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém".
Santo Anjo (oração ao Anjo da Guarda).
Angelus, Regina Caeli.
Alma de Cristo.
Creio.
Ladainhas aprovadas pela Igreja.
Magnificat.
Lembrai-vos.
Miserere.
Ofícios breves: Ofícios breves da Paixão de Cristo, Sagrado Coração de Jesus, da Santíssima Virgem Maria, da Imaculada Conceição e de São José.
Oração mental.
Salve Rainha.
Sinal da Cruz.
Veni Creator.
Santo Rosário.

Das primeiras formas de indulgências às que temos hoje em dia houve grandes modificações, visto que as antigas eram muito mais físicas, o que impossibilitava o cumprimento pelas pessoas mais idosas.
Existe um livro recém lançado - Indulgências - Esse tesouro é seu!, do Pe. Ernani Maia dos Reis (prior do Mosteiro Santíssima Trindade) que explica o que são as indulgências de modo extremamente simples e ainda tem uma lista de práticas indulgenciadas

Exame de consciência
O exame de consciência, que serve para o pecador rever e deliberar sobre os pecados cometidos e também as boas obras praticadas, é baseado nos Dez Mandamentos, que é a base mínima da conduta moral correta de qualquer católico:

1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.
2º - Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.
3º - Guardar domingos e festas de guarda.
4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
7º - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
8º - Não levantar falsos testemunhos.
9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
10º- Não cobiçar as coisas alheias.

A confissão e a Igreja
Sobre este sacramento, Bento XVI disse: "O Sínodo lembrou que é dever pastoral do bispo promover na sua diocese uma decisiva recuperação da pedagogia da conversão que nasce da Eucaristia e favorecer entre os fiéis a confissão frequente. Todos os sacerdotes se dediquem com generosidade, empenho e competência à administração do sacramento da Reconciliação, limitando a prática da absolvição geral exclusivamente aos casos previstos, permanecendo como forma ordinária de absolvição apenas a pessoal."
Por isso, o fiel, ciente de que deve se confessar pelo menos uma vez por ano pela Páscoa da salvação, ao receber a absolvição deve ficar atento à fórmula da absolvição, quando o presbítero diz que o Pai das misericórdias é a fonte de todo o perdão e que Ele realiza a reconciliação dos pecadores pela Páscoa do seu Filho e pelo dom do seu Espírito, através da oração e do ministério da Igreja.

Como fazer uma boa confissão?
Após um meticuloso exame de consciência para a confissão, por meio da oração e do exame de consciência, o fiel aguarda pacientemente a sua vez, invocando para si e para o próximo a luz do Espírito Santo e a graça de uma conversão radical. Aproximando-se do sacerdote no confessionário, ele faz o sinal-da-cruz e deve iniciar a confissão dizendo: "Padre, dai-me a vossa bênção, porque pequei". Em seguida, com a maior precisão possível, diz o tempo transcorrido desde a última confissão, seu estado de vida (celibatário, casado, viúvo, estudante, consagrado, noivo ou namorado...) e se cumpriu a penitência recebida da última confissão. Pode ainda levar ao conhecimento do confessor os acontecimentos nos quais se sentiu particularmente perto de Deus, os progressos feitos na vida espiritual. Segue-se a confissão dos pecados, com simplicidade e humildade, expondo os fatos que são transgressões da lei de Deus e que mais intensamente pesam na consciência.
Primeiro, são confessados os pecados graves ou mortais, conforme sua espécie e número, sem perder-se em detalhes e sem diminuir a própria responsabilidade. Para se obter um aumento da graça e força no caminho de imitação de Cristo, confessam-se também os pecados veniais. Depois, dispõe-se a acolher os conselhos e advertências do confessor aceitando a penitência proposta. O penitente reza o ato de contrição e o sacerdote pronuncia a fórmula da absolvição. Ele despede-se do sacerdote respondendo à sua saudação: "Demos graças a Deus", e então permanece um pouco na Igreja agradecendo ao Senhor.

Exemplos de Ato de Contrição para o final da Confissão
O Ato de Contrição é uma oração que expressa a tristeza pelos pecados realizados, reconhecendo o pecado como um mal em sua vida, renunciando-o definitivamente.

“Meu Deus, tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós e mereci ser castigado. Meu Pai e Salvador, perdoai-me, não quero mais pecar. Amém.”


"Meu bom Jesus, crucificado por minha culpa, estou muito arrependido por ter feito pecado, pois ofendi a vós tão bom, e mereci ser castigado neste mundo e no outro; mas perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar. Amém."


“Meu Deus, eu me arrependo de todo o coração de vos Ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo firmemente, ajudado com a vossa graça, fazer penitência e fugir às ocasiões de pecado. Amém”.

Considerações finais
Todo Católico é chamado de forma muito especial, a confessar-se na Semana Santa, num tempo específico de conversão. A confissão é um grande instrumento de Fé, Conversão e Renovação para o Cristão por Amor de Cristo em sua Páscoa, que é passagem do pecado para a vida da Graça.
Mas não só na quaresma, ou na Semana Santa, porém a todo momento somos chamado a receber este Sacramento que nos reconcilia com Deus, Sacramento que cura o coração ferido pelo pecado e renova a chama da certeza do Amor de Deus por nós em sua misericórdia.

Renato Emanuel

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Campanha da Fraternidade 2011 (CF-2011)


TEMA
"Fraternidade e a Vida no Planeta"

LEMA:
"A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).

CARTAZ


Durante uma coletiva de imprensa, na sede da Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), dia 21/02  foi apresentado o material da Campanha da Fraternidade de 2011 (CF). O Secretário Geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, apresentou o tema da Campanha, “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme como em dores de parto”.


“A Campanha da Fraternidade deste ano (2011), reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, disse dom Dimas.

Questionado se a escolha do lema “A criação geme como em dores de parto” foi feita em virtude das discussões acerca do aborto que ocorre neste período eleitoral, o presidente da CNBB disse que não e explicou o processo de definição dos temas da Campanha da Fraternidade.

“Essa escolha (do tema da CF-2011) não se fez agora, no contexto das discussões do momento atual. A escolha do tema de 2012, inclusive, já foi definida. Esse processo acontece com dois anos de antecedência”, disse. “O tema Fraternidade e vida no planeta inclui a questão do aborto, mas não se esgota nisso”, acrescentou o arcebispo.

O secretário Executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, declarou que “o objetivo da campanha é de contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participarem dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”.


A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, e se estende por toda a Quaresma. A partir deste mês de outubro, as lideranças das comunidades eclesiais estudam os materiais da CF preparando-se para a realização da Campanha na Quaresma.

Hino da CF 2011

1. Olha, meu povo, este planeta terra:
Das criaturas todas, a mais linda!
Eu a plasmei com todo amor materno,
Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)

Nossa mãe terra, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
Ou simplesmente agonia?!
Vai depender só de nós!
Vai depender só de nós!

2. A terra é mãe, é criatura viva;
Também respira, se alimenta e sofre.
É de respeito que ela mais precisa!
Sem teu cuidado ela agoniza e morre.

3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos...
Que a fome mata e a miséria humilha.
Eu sonho ver um mundo mais humano,
Sem tanto lucro e muito mais partilha!

4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
Sente esse ar que te entreguei tão puro...
Agora, gases disseminam morte;
O aquecimento queima o teu futuro.

5. Contempla os rios que agonizam tristes.
Não te incomoda poluir assim?!
Vê: tanta espécie já não mais existe!
Por mais cuidado implora esse jardim!

6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
De dores geme toda a criação. (Rm 8,22)
Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
Quero essa terra em plena gestação!

O Hino CF2011 no youtube


Oração da Campanha da Fraternidade 2011


Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tender por todos nós.
Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.
Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.
E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.

Amém.

Fontes:
Site da CNBB
bigmae.com
youtube

Renato Emanuel



quarta-feira, 13 de abril de 2011

30 anos de Diocese de São José dos Campos

A Diocese de São José dos Campos convida todos diocesanos para a Missa em Ação de Graças pelos 30 anos de sua criação:


Faça sua caravana paroquial, traga suas faixas e venha participar deste momento de louvor a Deus pelos 30 anos de caminhada da Diocese de São José dos Campos!
Dia 1º de maio de 2011
Horário: 15 horas
Local: Pavilhão Gaivotas

Av. Olivo Gomes, s/nº
Parque da Cidade / São José dos Campos

A Diocese: http://www.diocese-sjc.org.br/

Por que existe Sofrimento?

O sofrimento da humanidade é também fruto do pecado
Saber sofrer é saber viver. Jesus Cristo nos faz compreender o significado do sofrimento. Ninguém sofreu como Ele e ninguém como Ele soube enfrentar o sofrimento e dar-lhe um sentido transcendente.

Um dia, Karl Wuysman, escritor francês, entre o revólver e o crucifixo, escolheu o crucifixo. O fato de Jesus ter sofrido como ninguém, e ser Deus e Santo, mostra que o sofrimento não é castigo. Uma prova de que Deus não deseja o sofrimento e não o manda como castigo a ninguém um sinal forte de que o Reino de Deus já estava entre nós eram as curas, os milagres, os exorcismos, entre outros, que Jesus fazia, isto é, vitórias sobre o mal e sobre o sofrimento. Alguns perguntam: “Se Deus existe, então, como pode permitir tanta desgraça?”

A resposta católica para o problema do sofrimento foi dada de maneira clara por Santo Agostinho († 430) e por São Tomás de Aquino († 1274): "A existência do mal não se deve à falta de poder ou de bondade em Deus; ao contrário, Ele só permite o mal porque é suficientemente poderoso e bom para tirar do próprio mal o bem" (Suma Teológica l qu, 22, art. 2, ad 2). "Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus" (Rm 8,28).

Deus, sendo perfeitíssimo, não pode ser a causa do mal, logo, é a própria criatura que pode falhar, já que não é perfeita como seu Criador. Mas, o mal pode ser também o uso mau de coisas boas. Uma faca é boa na mão da cozinheira, mas não na mão do assassino... O sofrimento da humanidade, sobretudo, é também fruto do pecado. São Paulo disse que "o salário do pecado é a morte" (Rm 6,23).

Nossos erros geram sofrimentos para nossos descendentes também. Os filhos não herdam os pecados dos pais, mas podem sofrer pelas consequências deles . O Papa João Paulo II, em 11/02/84, na Carta Apostólica sobre o sofrimento declarou que: "O sentido do sofrimento é tão profundo quanto o homem mesmo, precisamente porque manifesta, a seu modo, a profundidade própria do homem e ultrapassa esta. O sofrimento parece pertencer à transcendência do homem" (Dor Salvífica, n. 2).

Para que o homem fosse "grande", digno, nobre, Deus o fez livre, inteligente, com sensibilidade, vontade, memória, entre outros. Deus Pai não poderia impedir o homem de Lhe dizer "não": senão lhe tiraria a liberdade e este seria apenas um robô, uma marionete, um teleguiado. E o Altíssimo não quis isso.
Deus não é paternalista, é Pai: não fica "passando a mão por cima" dos erros dos filhos. Esta é a lei da justiça: quem erra, deve arcar com as consequências de seus erros. "Deus não fez a morte nem tem prazer em destruir os viventes" (Sb 1,13).

Por Felipe Aquino
Fonte: cancaonova.com

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Estamos em retiro

É com grande prazer que lhes informo que estaremos em retiro Querigmático juntamente com a Pastoral da Crisma da Paróquia São Benedito do Galo Branco, realizado neste final de semana (8,9 e 10 de Abril) na Casa Kolbe em Caçapava!
Oh Glória!!!!

Renato Emanuel

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A Importância da Espiritualidade do Catequista


A Espiritualidade é importatíssimo na vida de todo Católico, mas o Catequista como formador de opinião, como Imitador de Cristo e Anunciador da Boa Nova deve sempre dar um passo a mais em busca de uma Espiritualidade Sadia.
Vejamos abaixo os pontos mais importantes desta Espiritualidade:


1- Assegura a vocação, a fé, o conteúdo e a vivência do catequista;
Todos os dias o Cristão, sobretudo o Catequista como formador de opinião é testado profundamente em sua vocação, colocando sua fé e seu chamado a prova.
Por isso é tão importante a nutrir incansavelmente sua Espiritualidade na vivência de seu dia-a-dia e claro, no conhecimento da Palavra e da Doutrina;
Realça a força transformadora da Palavra de Deus e da sua mensagem na sua vida pessoa e na capacitação para o anúncio;
A Espiritualidade é fundamental para que o Catequista tenha plenas condições de se alimentar da palavra e deixar-se transformar por ela para sobretudo anuncia-la de maneira coesa e lúcida, em conjunto ao Magistério da Igreja.

2- Garante a perseverança diante das dificuldades internas e externas;
Uma Espiritualidade bem vivida, faz com que o Catequista dê um grande Testemunho de fé aos seus catequizados, principalmente diante das dificuldades por ele enfrentado;
Seja lá qual for a provação, o Catequista encontra ânimo para superar seus obstáculos justamente nas virtudes de uma Espiritualidade bem alicerçada, através da meditação da Palavra, da oração pessoal, da oração do Terço e toda Devoção Mariana, mas sobretudo à sua entrega Pessoal a Jesus Eucarístico (Adoração e Comunhão).
Uma Espiritualidade alimentada por tudo isso, faz do Catequista um grande exemplo de Fé e Fortaleza para sua turma da Catequese.

3- Ajuda o catequista em sua missão de conduzir os catequizandos a Cristo;
“Cristo deve habitar no coração da Catequese” (CIC-426)
“Aquele que é chamado a "ensinar o Cristo" deve, portanto, procurar primeiro este ganho supereminente que é o conhecimento de Cristo; é preciso aceitar perder tudo... a fim de ganhar a Cristo e ser achado nele, e conhecer o poder de sua Ressurreição e a participação em seus sofrimentos, conformando-me com ele em sua Morte, para ver se alcanço a ressurreição de entre os mortos" (CIC-428)
Cristo deve habitar o coração da Catequese, portanto deve habitar é claro, no coração do Catequista. (Ver Filipenses capítulo3)
A Espiritualidade do Catequista o torna um imitador de Cristo e faz com que sua Catequese tenha mais maturidade e convicção na Missão de levar seus Catequizados a Cristo;

4- Colabora na coerência de vida do catequista.
Testemunho de vida é fundamental para que o Catequista possa desempenhar seu papel de modo pleno.
O Catequista que não busca enriquecer sua Espiritualidade, corre o risco de deixar-se afastar do caminho, muitas vezes até sem perceber, entregando-se ao comodismo e em seguida fatalmente o Contra-Testemunho.
O Contra-testemunho de um Catequista pode ser muito maior do que ele próprio possa imaginar, porque além de não cumprir com a Missão que Jesus lhe confiou e ofender a Deus, acaba muitas vezes levando consigo a Fé de muitos de seus Catequizados que lhe conferiram respeito e confiança.
Para que tudo isso seja evitado, é fundamental que o Catequista dedique-se convictamente a sua Espiritualidade e a Missão que lhe foi Confiada pelo próprio Cristo.

Para mim , viver é Cristo (Fl 1,21)

“O fiel deve testemunhar o nome do Senhor, confessando sua fé sem ceder ao medo. O ato da pregação e o ato da catequese devem estar penetrados de adoração e de respeito pelo nome de Nosso Senhor, Jesus Cristo.” (CIC 2145)

cont...

Renato Emanuel

terça-feira, 5 de abril de 2011

A Espiritualidade do Catequista

Primeiramente vamos reforçar o significado da palavra Catequista que segundo o dicionário é “Pessoa que ensina, convence ou doutrina matéria social ou religiosa”, mas isso é apenas uma descrição lingüística onde até mesmo professores seriam catequistas, mas estamos falando do Catequista Católico, do Evangelizador e segundo o Catecismo da Igreja Católica (CIC- 428) é: “Aquele que é Chamado a ensinar o Cristo, devendo portanto primeiramente conhecer a Cristo, ter uma Vida Nova em Cristo, viver em Cristo para daí ensinar o Cristo”, portanto “Cristo deve habitar no coração da Catequese” (CIC-426)
“Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!” ICOR 9,16

De encontro a isso, falemos então sobre a Espiritualidade do Catequista.

Espiritualidade do Catequista é:
1- Ter uma vida segundo o Espírito Santo;
“Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Dentro de vós meterei meu espírito, fazendo com que obedeçais às minhas leis e sigais e observeis os meus preceitos.” EZ 36,26s

Todo Cristão Católico Apostólico Romano é chamado a catequisar, mas nem todos respondem a este chamado como deveria. A Catequese começa já em casa, dentro do seio familiar, a exemplo de Maria Santíssima que foi a primeira Catequista, catequisando o menino Jesus durante sua infância;

Para que este chamado seja respondido com plenitude e convicção, é preciso primeiramente conhecer a Cristo, ter um encontro pessoal com Deus em sua Santíssima Trindade, renunciando sua vida velha e optando por uma Vida Nova, uma vida pelas virtudes da Graça de Cristo e pelo Poder do Espírito Santo;

2- Viver o Mistério de Cristo em sua própria vida;
“Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o Evangelho; e isso sem recorrer à habilidade da arte oratória, para que não se desvirtue a cruz de Cristo.” ICOR 1,17

Agraciado por uma Vida Nova em Cristo, aumenta o ardor de seu chamado no coração do Catequista, mas para isso é preciso que ele compreenda o plenamente o Mistério Pascal de Cristo e viva sobretudo seus ensinamentos de modo integro e pessoal, colocando em prática tudo aquilo que foi ensinado por Cristo, seus Apóstolos e pela Igreja;

É impensável um Catequista sem vida de oração, desobediente as leis de Deus e aos mandamentos da Igreja, aliado a vida velha... aos que se dizem Catequistas e deixam-se enganar ao levar o Evangelho de modo xulo, lembre-se disso:

“Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” MT 7,21

“...quando um homem ouve a palavra do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semeado no seu coração” MT 13,19

Conti...

Renato Emanuel

Ele Ressuscitou! Aleluia, pois Ele Vive!

Homenagem da Juventude Católica a João Paulo II, inesquecível!

E você? O que faria? (Ative a legenda em Português na barra do video)