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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Quando a tristeza chegar (Pe. Zezinho, SCJ)


"Amigos na ansia de curar uma ferida, as vezes mexem nela de maneira errada, por melhor que seja um amigo pode sempre cometer erros na receita, na escolha da pomada, ou no jeito de curar uma ferida, depois passa a vida toda pedindo desculpas porque errou, foi estabanado e machucou ainda mais.
E é por isso que muitos amigos fogem e preferem não ajudar, assustam-se com a dor de um amigo, por medo de errar omitem-se, dizem algumas palavras bonitas e fazem de tudo para não se envolver, mandam para outros, não querem ver, nem fazer o curativo porque tem medo de gente machucada... não sabem o que fazer por uma pessoa triste, mas um bom amigo pelo menos tenta.
Não há pedras, nem chaves, nem pó, nem pulseiras mágicas de felicidade, e os que inventam ou vendem estas coisas, fazem isto por saber que as pessoas inseguras, machucas e sofridas as vezes fazem qualquer coisa para sair da sua angustia, até mudar de religião. Mas qualquer coisa não liberta da angùstia, precisa ser o sentimento certo com a pessoa certa e a noção certa de pessoa.
O que uma pessoa que sofre de angustia (depressão) mais quer é uma resposta, preferivelmente em forma de amor.
Não posso ser feliz por você, mas posso ser feliz perto de você e de tal maneira, nem que seja por osmose, eu passe um pouco de minha alegria para você.
Desculpe-me de antemão se eu disser ou fizer alguma coisa errada, mas eu quero ajudar... eu não vou impor minha religião, ou minha idéias nem meu jeito de ser a você, eu vou respeitar seus caminhos mas vou navegar por perto, e se precisar grite por ajuda.
Nem perguntei se você acredita ou não em Deus, ou se conhece ou não a história de Jesus, mas se apesar de suas dores e tristezas, ainda crê em Deus, experimente conversar com ele... Ele ouve!"

Trecho tirado do CD falado:
"Quando a tristeza chegar... Para as horas difíceis da vida."
Pe. Zezinho, SCJ

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Por que existe Sofrimento?

O sofrimento da humanidade é também fruto do pecado
Saber sofrer é saber viver. Jesus Cristo nos faz compreender o significado do sofrimento. Ninguém sofreu como Ele e ninguém como Ele soube enfrentar o sofrimento e dar-lhe um sentido transcendente.

Um dia, Karl Wuysman, escritor francês, entre o revólver e o crucifixo, escolheu o crucifixo. O fato de Jesus ter sofrido como ninguém, e ser Deus e Santo, mostra que o sofrimento não é castigo. Uma prova de que Deus não deseja o sofrimento e não o manda como castigo a ninguém um sinal forte de que o Reino de Deus já estava entre nós eram as curas, os milagres, os exorcismos, entre outros, que Jesus fazia, isto é, vitórias sobre o mal e sobre o sofrimento. Alguns perguntam: “Se Deus existe, então, como pode permitir tanta desgraça?”

A resposta católica para o problema do sofrimento foi dada de maneira clara por Santo Agostinho († 430) e por São Tomás de Aquino († 1274): "A existência do mal não se deve à falta de poder ou de bondade em Deus; ao contrário, Ele só permite o mal porque é suficientemente poderoso e bom para tirar do próprio mal o bem" (Suma Teológica l qu, 22, art. 2, ad 2). "Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus" (Rm 8,28).

Deus, sendo perfeitíssimo, não pode ser a causa do mal, logo, é a própria criatura que pode falhar, já que não é perfeita como seu Criador. Mas, o mal pode ser também o uso mau de coisas boas. Uma faca é boa na mão da cozinheira, mas não na mão do assassino... O sofrimento da humanidade, sobretudo, é também fruto do pecado. São Paulo disse que "o salário do pecado é a morte" (Rm 6,23).

Nossos erros geram sofrimentos para nossos descendentes também. Os filhos não herdam os pecados dos pais, mas podem sofrer pelas consequências deles . O Papa João Paulo II, em 11/02/84, na Carta Apostólica sobre o sofrimento declarou que: "O sentido do sofrimento é tão profundo quanto o homem mesmo, precisamente porque manifesta, a seu modo, a profundidade própria do homem e ultrapassa esta. O sofrimento parece pertencer à transcendência do homem" (Dor Salvífica, n. 2).

Para que o homem fosse "grande", digno, nobre, Deus o fez livre, inteligente, com sensibilidade, vontade, memória, entre outros. Deus Pai não poderia impedir o homem de Lhe dizer "não": senão lhe tiraria a liberdade e este seria apenas um robô, uma marionete, um teleguiado. E o Altíssimo não quis isso.
Deus não é paternalista, é Pai: não fica "passando a mão por cima" dos erros dos filhos. Esta é a lei da justiça: quem erra, deve arcar com as consequências de seus erros. "Deus não fez a morte nem tem prazer em destruir os viventes" (Sb 1,13).

Por Felipe Aquino
Fonte: cancaonova.com

Ele Ressuscitou! Aleluia, pois Ele Vive!

Homenagem da Juventude Católica a João Paulo II, inesquecível!

E você? O que faria? (Ative a legenda em Português na barra do video)