domingo, 8 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
A Sexualidade e o Grupo de jovens!
Olá meus queridos amigos e amigas. Não se espantem com o título da postagem, é algo absolutamente natural e definitivamente necessário que falemos disso.
Graças a Deus, hoje nossa Igreja vive um momento muito bom em relação a Espiritualidade de sua Juventude, com inumeros grupos de oração para jovens e Pastorais da Juventude espalhadas por todo país, se fortalecendo a cada dia e recebendo milhares de jovens o tempo todo.
A Juventude que busca a Deus luta constantemente para lidar e controlar sua sexualidade de modo sadio sem desviar o foco de sua espiritualidade, mas para isso é muito importante que o Grupo ou pastoral colabore com esses jovens.
Então você me pergunta como poderia o Grupo de oração, ou pastoral da Juventude ajudar seus jovens a lidar com a sexualidade?
Vamos por partes...
Primeiramente não devemos perder o foco que é e sempre será Jesus Cristo, ou seja, é primordial que o incentivo a vida de oração pessoal seja incentivada constantemente, pois essa batalha dificilmente será vencida sem uma vida orante, (Lectio Divina, o terço ou rosário, oração pessoal, louvor, etc..)
Mas e na prática, no dia-a-dia dos encontros?
O jovem possui uma facilidade natural de apego, de afeto e isso se reflete muito na atitude do abraço que é sem dúvida, uma forma maravilhosa e fraterna de zelo e afetividade, mas um simples abraço quando é dado sem discernimento pode trazer alguns problemas para o convivio do grupo mas sobretudo para o próprio jovem.
Para explicar melhor isso, vamos dar o exemplo de um grupo de oração...
Em um encontro de jovens num grupo de oração, é comum encontrarmos jovens (na maioria meninas) com problemas de afetividade e/ou carência, e num momento de oração toca-se a música "Ninguém te ama como eu", aí aparece um SERVO do grupo muito prestativo e a acolhe nos braços para de certo modo ORAR por ela, enquanto a mesma se desmorona em prantos por causa de seus problemas pessoais ao ouvir a CONVENIENTE música...e pronto, perdeu-se o foco!
Sabemos que uma pessoa que sofre de carência, tende a se apegar muito facilmente com as outras pessoas, e exatamente por isso é preciso muito discernimento por parte da liderança do grupo para evitar este tipo de situação, onde o foco (JESUS CRISTO) pode acabar sendo desviado, e isso poderia se tornar um problema para o grupo e seus membros, afinal já foi comprovado que muitos jovens abandonam a Igreja depois de uma decepção, na grande maioria das vezes decepção amorosa..pois teve o foco desviado.
Veja bem, não estou dizendo que um servo não deve orar para um participante, mas devemos discernir se naquele momento convém que um SERVO ore por uma participante, ou se poderia ser melhor uma SERVA, a fim de preservar ambos e desta forma lidar de modo santo com a sexualidade nos grupos de jovens.
Resumindo, se perceberem a necessidade... o ideal seja que Servo ore para o participante, e que SERVA ore para a participante.
Este recado é sobretudo para as lideranças de grupos e pastorais, para que a vida ou existencia do grupo não seja prejudicada por este tipo de situação.
As jovens que participam destes movimentos, não abram mão da vaidade mas cuidem-se para que o inimigo não use da fraqueza humana e masculina dos meninos através de suas roupas... Meninas sejam belas e santas desde o olhar até o esmalte da unha.
Muitos grupos tiveram inumeros casos de problemas com servos e participantes entre namoros, amizades, fatos e atitudes que causaram escandalos que poderiam ser evitados.
Trabalhar com jovem é sempre prazeroso, e ao mesmo tempo dificil, é preciso discernimento e muito auxilio por parte de Espirito Santo, para que principalmente a coordenação possa perceber estas situações e agir com sabedoria.
Jovens de Oração possuem uma Sexualidade Abençoada, enquanto o mundo tenta transforma-la em Sensualidade, e esta certamente não vem de Deus. Por isso devemos diferenciar entre nossos jovens SEXUALIDADE x SENSUALIDADE
Vivam a sexualidade Santa e não deixem que a Sensualidade acabe com a Espiritualidade e o amor que existe em seu grupo, em sua Pastoral.
"Sede Santos, por que Eu sou Santo" Lv 11,44
Renato Emanuel
Graças a Deus, hoje nossa Igreja vive um momento muito bom em relação a Espiritualidade de sua Juventude, com inumeros grupos de oração para jovens e Pastorais da Juventude espalhadas por todo país, se fortalecendo a cada dia e recebendo milhares de jovens o tempo todo.
A Juventude que busca a Deus luta constantemente para lidar e controlar sua sexualidade de modo sadio sem desviar o foco de sua espiritualidade, mas para isso é muito importante que o Grupo ou pastoral colabore com esses jovens.
Então você me pergunta como poderia o Grupo de oração, ou pastoral da Juventude ajudar seus jovens a lidar com a sexualidade?
Vamos por partes...
Primeiramente não devemos perder o foco que é e sempre será Jesus Cristo, ou seja, é primordial que o incentivo a vida de oração pessoal seja incentivada constantemente, pois essa batalha dificilmente será vencida sem uma vida orante, (Lectio Divina, o terço ou rosário, oração pessoal, louvor, etc..)
Mas e na prática, no dia-a-dia dos encontros?
O jovem possui uma facilidade natural de apego, de afeto e isso se reflete muito na atitude do abraço que é sem dúvida, uma forma maravilhosa e fraterna de zelo e afetividade, mas um simples abraço quando é dado sem discernimento pode trazer alguns problemas para o convivio do grupo mas sobretudo para o próprio jovem.
Para explicar melhor isso, vamos dar o exemplo de um grupo de oração...
Em um encontro de jovens num grupo de oração, é comum encontrarmos jovens (na maioria meninas) com problemas de afetividade e/ou carência, e num momento de oração toca-se a música "Ninguém te ama como eu", aí aparece um SERVO do grupo muito prestativo e a acolhe nos braços para de certo modo ORAR por ela, enquanto a mesma se desmorona em prantos por causa de seus problemas pessoais ao ouvir a CONVENIENTE música...e pronto, perdeu-se o foco!
Sabemos que uma pessoa que sofre de carência, tende a se apegar muito facilmente com as outras pessoas, e exatamente por isso é preciso muito discernimento por parte da liderança do grupo para evitar este tipo de situação, onde o foco (JESUS CRISTO) pode acabar sendo desviado, e isso poderia se tornar um problema para o grupo e seus membros, afinal já foi comprovado que muitos jovens abandonam a Igreja depois de uma decepção, na grande maioria das vezes decepção amorosa..pois teve o foco desviado.
Veja bem, não estou dizendo que um servo não deve orar para um participante, mas devemos discernir se naquele momento convém que um SERVO ore por uma participante, ou se poderia ser melhor uma SERVA, a fim de preservar ambos e desta forma lidar de modo santo com a sexualidade nos grupos de jovens.
Resumindo, se perceberem a necessidade... o ideal seja que Servo ore para o participante, e que SERVA ore para a participante.
Este recado é sobretudo para as lideranças de grupos e pastorais, para que a vida ou existencia do grupo não seja prejudicada por este tipo de situação.
As jovens que participam destes movimentos, não abram mão da vaidade mas cuidem-se para que o inimigo não use da fraqueza humana e masculina dos meninos através de suas roupas... Meninas sejam belas e santas desde o olhar até o esmalte da unha.
Muitos grupos tiveram inumeros casos de problemas com servos e participantes entre namoros, amizades, fatos e atitudes que causaram escandalos que poderiam ser evitados.
Trabalhar com jovem é sempre prazeroso, e ao mesmo tempo dificil, é preciso discernimento e muito auxilio por parte de Espirito Santo, para que principalmente a coordenação possa perceber estas situações e agir com sabedoria.
Jovens de Oração possuem uma Sexualidade Abençoada, enquanto o mundo tenta transforma-la em Sensualidade, e esta certamente não vem de Deus. Por isso devemos diferenciar entre nossos jovens SEXUALIDADE x SENSUALIDADE
Vivam a sexualidade Santa e não deixem que a Sensualidade acabe com a Espiritualidade e o amor que existe em seu grupo, em sua Pastoral.
"Sede Santos, por que Eu sou Santo" Lv 11,44
Renato Emanuel
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Missa é chata para quem é chato na Missa!
Pois é meus queridos irmãos, ao longo de anos de caminhada, encontramos de tudo pelo caminho, entre conversões e desvios, milagres e espera, ânimo e desânimo, Fé e a falta dela percemos em tudo isso, a determinação do ser humano na incansável busca de respostas ou sinais que para alguns não são tão fáceis de serem encontrados.
Para nós Católicos, podemos dizer que toda nossa Fé se resume principalmente ao Milagre da Celebração Eucarísitca, e nela encontramos toda resposta, todo milagre, toda cura, todo sinal e santidade que buscamos.
Mas infelizmente, alguns irmãos que até julgam professar a Fé Católica costumam cometer um grande erro ao tentar responder porque não participam da Igreja ou sequer vão a Missa como deveriam. Alguns argumentam: "A Missa na minha Paróquia é chata". Se você que está lendo este texto, não se encaixa neste perfil, ótimo... mas se você ao ler isso pensou: "Nossa, ele está falando da minha Paróquia" eu digo a você que não, não falei de sua Paróquia, se você acha que a Missa na sua Paróquia é chata, então estou falando de você e para você.
Sabe porque você acha a Santa Missa chata? PORQUE VOCÊ É MUITO CHATO NA MISSA!!!
São muitas as pessoas que encontram desculpas e culpados para não participar da Igreja, e chegam ao cumulo de dizer que a Maior Riqueza que temos na Igreja é simplismente chata, talvez porque a música não lhe agrada, ou o a Homilia do Padre o incomoda, ou quem sabe o calor da Igreja, ou as pessoas que frequentam a Igreja não lhe agradam, ou até mesmo o próprio ambiente lhe é incomodo.
São pessoas que vão a Missa por obrigação e não prazer, fingem abraçar uma Fé muito mais por medo do inferno do que por Amor ao Céu, olham o tempo todo para o relógio, se dispersam com qualquer coisa, o tempo todo reparando nas atitudes das outras pessoas, ficam irritados se a Homilia demora um pouco mais que o normal e vão a loucura com os avisos ou teatros no final da Missa, ou seja, a pessoa viu tudo, menos Jesus presente na Eucaristia e depois diz que a Missa é que é chata... FAÇA-ME O FAVOR HEIN!
O pior de tudo, é que são essas pessoas que depois começam a passar dificuldades, e vão "buscar" Deus em outros lugares onde oferecem respostas imediatas e milagres a troco de dinheiro, e saem felizes dizendo que lá sim encontraram a Deus... triste isso, já que Deus é Onipresente, mas em nossa Igreja bate o coração de um Jesus Eucarístico e quando Ele se faz presente no Santíssimo Sacramento, muito não o enxergam, ou simplismente fazem pouco caso de sua presença.
A Missa deixará de ser chata, para aqueles que deixarem de ser chatos para ela e buscar participar plenamente da Liturgia, deixar-se envolver pelo momento Sagrado da Comunhão.
Toda Missa Cura, toda Missa é milagrosa, toda Missa liberta...desde que nossa Fé se rende a tudo isso!
Volto a dizer meus amigos, quando alguém disser que a Missa é chata, de um modo bem terno e sereno diga para ela que isso só vai mudar quando ela deixar de ser chata na Missa!
Fiquem com Deus!
Renato Emanuel
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Aos pés de tua Cruz - Banda Dom
Vou ficar bem aqui
Aos pés de tua Cruz
Olhando em teus olhos
Tua face de Luz
Não sou merecedor
De todo este Amor
Perdoa porque o matei
Ah! Por que zombam de ti e não te consolam?
Não vêem o bem que fizeste por toda a Terra
Ah! Por que não deixa a cruz e larga o sofrer?
E ainda pede ao Pai perdão por quem não crê
Ouço o teu grito chamar meu nome
Entrega-me ao Pai e lava o meu pecado
O céu se abre, a dor me consome
Não tenho mais dúvidas
És o Filho de Deus
Composição : Ana Paula Ismerim e Frederico Cruz
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Não basta seguir, é preciso Confiar!
Para muitos parece bastante simples dizer: "Confia no Senhor", mas esta passagem mostra exatamente o contrário. Esta citação do Evangelho de Mateus vem nos mostrar o quanto nossa natureza é falha, o quanto somos capazes de desacreditar em Deus nos momentos de fraqueza, de solidão, de medo ou Angústia.
Pedro, se tornara um dos primeiros Apóstolos de Jesus tendo portanto a oportunidade de segui-lo, ouviu o Sermão da montanha, presenciou inumeras curas como a do Paralitico e do leproso entre tantas outras, ouviu todas as Parábolas por Cristo contadas, viu Jesus acalmar tempestades e expulsar demônios, e ainda sim num momento de medo e dúvida, viu sua Fé fraquejar logo na frente daquele qual é o único Digno de total confiança.
Pedro andava com Jesus, amava Jesus, seguia Jesus, Falava em nome de Jesus e quis estar perto de Jesus, mas para isso naquela noite, naquele momento, sobre aquelas águas, ele precisaria vencer o medo, a dúvida para alcançar as mãos de Jesus... Pedro foi vencido.
Jesus conhece profundamente nosso coração, ele conhecia o coração de Pedro e sabia de sua fraqueza... ao vê-lo afundando em meio as Águas, estendeu-lhe as mãos, trouxe para junto de si, mas fez questão de questionar a falta de Fé daquele que estava ao seu lado e ainda sim não possuia plena confiança em suas Palavras.
Meus amigos, assim somos nós muitas vezes ao longo de nossa caminhada, até porque essa passagem é direcionada principalmente para aqueles que dizem seguir Jesus, como Pedro seguia... para aqueles que falam, pregam, oram, intercedem, louvam em nome de Jesus.
Você que está lendo este texto e já tem alguns anos de caminhada, busque em suas lembranças, quantos irmãos e irmãs não caminharam ao teu lado, coordenadores de grupos ou pastorais, Jovens de ministério de musica, pessoas que participavam de teatro, pregadores da Palavra, Intercessores, amigos que ao decorrer do tempo, mesmo andando ao lado de Jesus e levando sua Palavra, deixaram-se levar pelas decepções, medos, angústias, desânimo, provações e acabaram se afundando nas Águas da falta de Fé como Pedro naquela noite.
Infelizmente, muitos do nossos irmãos que afundaram nessa incerteza, não conseguiram ou não quiseram estender as mãos para Jesus traze-los de volta ao barco da Fé e hoje vivem a mercê do comodismo ou até mesmo de uma fé contrária a doutrina Católica, buscando respostas para seus medos e sofrimentos em lugares que oferecem soluções rápidas e mágicas. Esqueceram do primeiro Amor, do chamado Eucarístico, do Amor Materno de Nossa Senhora...
Devemos ter consciência de nossas fraquezas, de nossas falhas, mas não devemos nos entregar a elas, não devemos deixar que o inimigo use nossos problemas para ferir nossa certeza de Fé. Para isso é preciso muito mais do que simplismente estar ao lado de Jesus, é preciso muito mais do que simplismente pregar, cantar, tocar, interceder em nome de Jesus... é preciso sobretudo Confiar em Jesus, fazer aquilo que ele diz como Maria nos aconselha (JO2,5) e quando no pior dos momentos, sentirmos que estamos afundando em meio as nossas fraquezas, devemos nesta hora estender nossa mão em direção a Jesus, oara que ele nos traga de volta para dentro do barco, com a certeza de que a tempestade de nossa vida, será então acalmada por Ele.
Confia no Senhor meu amigo(a), e deixe que ele guie seus passos, sua vida, seu agir, seu pensar, seu falar, seu ministério, seus planos e projetos, sua família, suas amizades...coloque tudo isso no Coração de Jesus e deixe a Graça acontecer em sua Vida. A exemplo de Pedro, que em muitas vezes demonstrou outras fraquezas, ainda sim Jesus confiou-lhe a sua Igreja, porque Jesus conhecia o coração de Pedro. Assim também conhece o meu coração, conhece o teu coração e Jesus tem planos para sua vida, mas que dependem do seu sim, da sua disponibilidade em segui-lo, mas principalmente de acreditar em suas Palavras, portanto meu amigo(a)...
Confie no Senhor!!!
Renato Emanuel
terça-feira, 19 de abril de 2011
No Twitter agora tem o @BlogJuvCatolica
É com muita alegria que convidamos a todos os Católicos a seguirem nosso perfil também no Twitter... @BlogJuvCatolica;
Todos juntos por uma Juventude Católica Mariana e Eucaristicamente forte na Fé!
Renato Emanuel
Todos juntos por uma Juventude Católica Mariana e Eucaristicamente forte na Fé!
Renato Emanuel
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Confissão, Sacramento de Cura
A confissão, reconciliação, sacramento da penitência ou sacramento do perdão é um sacramento que envolve a remissão de pecados perante um padre (presbítero) ou bispo que neste momento atua em nome de Cristo, e o recebimento do perdão divino das faltas confessadas e de uma penitência (reparação de danos causados pelo pecado). É praticado na Igreja Católica, na Igreja Ortodoxa e em algumas comunidades religiosas da Igreja Anglicana. A Igreja Católica pune automaticamente com excomunhão qualquer sacerdote que revelar o que lhe foi dito em confissão.
Na Bíblia
Jesus Cristo cedeu aos doze apóstolos o poder de perdoar os pecados (Jo 20,21-23). São Paulo posteriormente adverte da necessidade e da origem deste sacramento (2Cor 5,18). As Igrejas cristãs que praticam a confissão ensinam que este poder foi transmitido ao clero, que pode ser visto como os sucessores espirituais dos Apóstolos, que continuariam a transmiti-los. O poder de perdoar os pecados, porém, não deve ser conferido a qualquer um (1Tm 5,22), ainda que o valor deste sacramento não dependa da santidade pessoal do sacerdote (Rom 5,11), pois o objetivo é evitar escândalos causados por pessoas despreparadas, que não compreendam este sacramento em sua totalidade (1Tm 4,14).
Arrepender-se é preciso
Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica 297, além do perdão dos pecados conferido pelo Batismo, é necessário o sacramento da penitência "porque a nova vida da graça, recebida no Batismo, não suprimiu a fragilidade da natureza humana nem a inclinação para o pecado (isto é, a concupiscência), Cristo instituiu este sacramento para a conversão dos baptizados que pelo pecado d’Ele se afastaram."
Os atos do penitente são "um diligente exame de consciência; a contrição (ou arrependimento), que é perfeita, quando é motivada pelo amor a Deus, e imperfeita, se fundada sobre outros motivos, e que inclui o propósito de não mais pecar; a confissão, que consiste na acusação dos pecados feita diante do sacerdote; a satisfação, ou seja, o cumprimento de certos actos de penitência, que o confessor impõe ao penitente para reparar o dano causado pelo pecado."
"Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão."
Resumidamente, a penitência desempenha a função de perdoar os pecados do indivíduo, e assim alcançando a absolvição ou o perdão de Deus.
Penas temporais
Mas, o perdão obtido pela Reconciliação não significa a eliminação total das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e de praticar as boas obras, a fim de reparar o mal cometido pelo pecado. Se as penas temporais ainda não forem eliminadas durante a vida terrena, as pessoas que as têm necessitam de uma purificação no Purgatório, antes de entrar no Paraíso.
Indulgências
A indulgência é a eliminação total ou parcial das penas temporais do cristão devidas a Deus pelos pecados cometidos, mas já perdoados pelo sacramento da Confissão, na vida terrena. A existência das indulgências é a consequência da crença católica de que o perdão obtido pela confissão não significa a eliminação das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e praticar as boas obras, a fim de reparar o mal que teria sido cometido pelo pecado.
Recebendo indulgências
Entre as práticas que levam o cristão a obter uma indulgência, há, por exemplo, a reza do Santo Rosário, os Exercícios Espirituais de St. Inácio de Loyola, a leitura piedosa das Sagradas Escrituras, o uso e devoção ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, a visita ao Santíssimo Sacramento durante pelo menos 30 minutos, bem como o uso constante de um objeto de piedade, devidamente benzido pelo Sumo Pontífice ou por um Bispo ou ainda por um padre (crucifixos, medalhas bentas, etc.). Além disso, certas orações aprovadas pela autoridade eclesiástica também conferem indulgências, são algumas delas:
"Nós vos damos graças, Senhor, por todos os vossos benefícios. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém".
Santo Anjo (oração ao Anjo da Guarda).
Angelus, Regina Caeli.
Alma de Cristo.
Creio.
Ladainhas aprovadas pela Igreja.
Magnificat.
Lembrai-vos.
Miserere.
Ofícios breves: Ofícios breves da Paixão de Cristo, Sagrado Coração de Jesus, da Santíssima Virgem Maria, da Imaculada Conceição e de São José.
Oração mental.
Salve Rainha.
Sinal da Cruz.
Veni Creator.
Santo Rosário.
Das primeiras formas de indulgências às que temos hoje em dia houve grandes modificações, visto que as antigas eram muito mais físicas, o que impossibilitava o cumprimento pelas pessoas mais idosas.
Existe um livro recém lançado - Indulgências - Esse tesouro é seu!, do Pe. Ernani Maia dos Reis (prior do Mosteiro Santíssima Trindade) que explica o que são as indulgências de modo extremamente simples e ainda tem uma lista de práticas indulgenciadas
Exame de consciência
O exame de consciência, que serve para o pecador rever e deliberar sobre os pecados cometidos e também as boas obras praticadas, é baseado nos Dez Mandamentos, que é a base mínima da conduta moral correta de qualquer católico:
1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.
2º - Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.
3º - Guardar domingos e festas de guarda.
4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
7º - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
8º - Não levantar falsos testemunhos.
9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
10º- Não cobiçar as coisas alheias.
A confissão e a Igreja
Sobre este sacramento, Bento XVI disse: "O Sínodo lembrou que é dever pastoral do bispo promover na sua diocese uma decisiva recuperação da pedagogia da conversão que nasce da Eucaristia e favorecer entre os fiéis a confissão frequente. Todos os sacerdotes se dediquem com generosidade, empenho e competência à administração do sacramento da Reconciliação, limitando a prática da absolvição geral exclusivamente aos casos previstos, permanecendo como forma ordinária de absolvição apenas a pessoal."
Por isso, o fiel, ciente de que deve se confessar pelo menos uma vez por ano pela Páscoa da salvação, ao receber a absolvição deve ficar atento à fórmula da absolvição, quando o presbítero diz que o Pai das misericórdias é a fonte de todo o perdão e que Ele realiza a reconciliação dos pecadores pela Páscoa do seu Filho e pelo dom do seu Espírito, através da oração e do ministério da Igreja.
Como fazer uma boa confissão?
Após um meticuloso exame de consciência para a confissão, por meio da oração e do exame de consciência, o fiel aguarda pacientemente a sua vez, invocando para si e para o próximo a luz do Espírito Santo e a graça de uma conversão radical. Aproximando-se do sacerdote no confessionário, ele faz o sinal-da-cruz e deve iniciar a confissão dizendo: "Padre, dai-me a vossa bênção, porque pequei". Em seguida, com a maior precisão possível, diz o tempo transcorrido desde a última confissão, seu estado de vida (celibatário, casado, viúvo, estudante, consagrado, noivo ou namorado...) e se cumpriu a penitência recebida da última confissão. Pode ainda levar ao conhecimento do confessor os acontecimentos nos quais se sentiu particularmente perto de Deus, os progressos feitos na vida espiritual. Segue-se a confissão dos pecados, com simplicidade e humildade, expondo os fatos que são transgressões da lei de Deus e que mais intensamente pesam na consciência.
Primeiro, são confessados os pecados graves ou mortais, conforme sua espécie e número, sem perder-se em detalhes e sem diminuir a própria responsabilidade. Para se obter um aumento da graça e força no caminho de imitação de Cristo, confessam-se também os pecados veniais. Depois, dispõe-se a acolher os conselhos e advertências do confessor aceitando a penitência proposta. O penitente reza o ato de contrição e o sacerdote pronuncia a fórmula da absolvição. Ele despede-se do sacerdote respondendo à sua saudação: "Demos graças a Deus", e então permanece um pouco na Igreja agradecendo ao Senhor.
Exemplos de Ato de Contrição para o final da Confissão
O Ato de Contrição é uma oração que expressa a tristeza pelos pecados realizados, reconhecendo o pecado como um mal em sua vida, renunciando-o definitivamente.
“Meu Deus, tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós e mereci ser castigado. Meu Pai e Salvador, perdoai-me, não quero mais pecar. Amém.”
"Meu bom Jesus, crucificado por minha culpa, estou muito arrependido por ter feito pecado, pois ofendi a vós tão bom, e mereci ser castigado neste mundo e no outro; mas perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar. Amém."
“Meu Deus, eu me arrependo de todo o coração de vos Ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo firmemente, ajudado com a vossa graça, fazer penitência e fugir às ocasiões de pecado. Amém”.
Considerações finais
Todo Católico é chamado de forma muito especial, a confessar-se na Semana Santa, num tempo específico de conversão. A confissão é um grande instrumento de Fé, Conversão e Renovação para o Cristão por Amor de Cristo em sua Páscoa, que é passagem do pecado para a vida da Graça.
Mas não só na quaresma, ou na Semana Santa, porém a todo momento somos chamado a receber este Sacramento que nos reconcilia com Deus, Sacramento que cura o coração ferido pelo pecado e renova a chama da certeza do Amor de Deus por nós em sua misericórdia.
Renato Emanuel
Na Bíblia
Jesus Cristo cedeu aos doze apóstolos o poder de perdoar os pecados (Jo 20,21-23). São Paulo posteriormente adverte da necessidade e da origem deste sacramento (2Cor 5,18). As Igrejas cristãs que praticam a confissão ensinam que este poder foi transmitido ao clero, que pode ser visto como os sucessores espirituais dos Apóstolos, que continuariam a transmiti-los. O poder de perdoar os pecados, porém, não deve ser conferido a qualquer um (1Tm 5,22), ainda que o valor deste sacramento não dependa da santidade pessoal do sacerdote (Rom 5,11), pois o objetivo é evitar escândalos causados por pessoas despreparadas, que não compreendam este sacramento em sua totalidade (1Tm 4,14).
Arrepender-se é preciso
Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica 297, além do perdão dos pecados conferido pelo Batismo, é necessário o sacramento da penitência "porque a nova vida da graça, recebida no Batismo, não suprimiu a fragilidade da natureza humana nem a inclinação para o pecado (isto é, a concupiscência), Cristo instituiu este sacramento para a conversão dos baptizados que pelo pecado d’Ele se afastaram."
Os atos do penitente são "um diligente exame de consciência; a contrição (ou arrependimento), que é perfeita, quando é motivada pelo amor a Deus, e imperfeita, se fundada sobre outros motivos, e que inclui o propósito de não mais pecar; a confissão, que consiste na acusação dos pecados feita diante do sacerdote; a satisfação, ou seja, o cumprimento de certos actos de penitência, que o confessor impõe ao penitente para reparar o dano causado pelo pecado."
"Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão."
Resumidamente, a penitência desempenha a função de perdoar os pecados do indivíduo, e assim alcançando a absolvição ou o perdão de Deus.
Penas temporais
Mas, o perdão obtido pela Reconciliação não significa a eliminação total das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e de praticar as boas obras, a fim de reparar o mal cometido pelo pecado. Se as penas temporais ainda não forem eliminadas durante a vida terrena, as pessoas que as têm necessitam de uma purificação no Purgatório, antes de entrar no Paraíso.
Indulgências
A indulgência é a eliminação total ou parcial das penas temporais do cristão devidas a Deus pelos pecados cometidos, mas já perdoados pelo sacramento da Confissão, na vida terrena. A existência das indulgências é a consequência da crença católica de que o perdão obtido pela confissão não significa a eliminação das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e praticar as boas obras, a fim de reparar o mal que teria sido cometido pelo pecado.
Recebendo indulgências
Entre as práticas que levam o cristão a obter uma indulgência, há, por exemplo, a reza do Santo Rosário, os Exercícios Espirituais de St. Inácio de Loyola, a leitura piedosa das Sagradas Escrituras, o uso e devoção ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, a visita ao Santíssimo Sacramento durante pelo menos 30 minutos, bem como o uso constante de um objeto de piedade, devidamente benzido pelo Sumo Pontífice ou por um Bispo ou ainda por um padre (crucifixos, medalhas bentas, etc.). Além disso, certas orações aprovadas pela autoridade eclesiástica também conferem indulgências, são algumas delas:
"Nós vos damos graças, Senhor, por todos os vossos benefícios. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém".
Santo Anjo (oração ao Anjo da Guarda).
Angelus, Regina Caeli.
Alma de Cristo.
Creio.
Ladainhas aprovadas pela Igreja.
Magnificat.
Lembrai-vos.
Miserere.
Ofícios breves: Ofícios breves da Paixão de Cristo, Sagrado Coração de Jesus, da Santíssima Virgem Maria, da Imaculada Conceição e de São José.
Oração mental.
Salve Rainha.
Sinal da Cruz.
Veni Creator.
Santo Rosário.
Das primeiras formas de indulgências às que temos hoje em dia houve grandes modificações, visto que as antigas eram muito mais físicas, o que impossibilitava o cumprimento pelas pessoas mais idosas.
Existe um livro recém lançado - Indulgências - Esse tesouro é seu!, do Pe. Ernani Maia dos Reis (prior do Mosteiro Santíssima Trindade) que explica o que são as indulgências de modo extremamente simples e ainda tem uma lista de práticas indulgenciadas
Exame de consciência
O exame de consciência, que serve para o pecador rever e deliberar sobre os pecados cometidos e também as boas obras praticadas, é baseado nos Dez Mandamentos, que é a base mínima da conduta moral correta de qualquer católico:
1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.
2º - Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.
3º - Guardar domingos e festas de guarda.
4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
7º - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
8º - Não levantar falsos testemunhos.
9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
10º- Não cobiçar as coisas alheias.
A confissão e a Igreja
Sobre este sacramento, Bento XVI disse: "O Sínodo lembrou que é dever pastoral do bispo promover na sua diocese uma decisiva recuperação da pedagogia da conversão que nasce da Eucaristia e favorecer entre os fiéis a confissão frequente. Todos os sacerdotes se dediquem com generosidade, empenho e competência à administração do sacramento da Reconciliação, limitando a prática da absolvição geral exclusivamente aos casos previstos, permanecendo como forma ordinária de absolvição apenas a pessoal."
Por isso, o fiel, ciente de que deve se confessar pelo menos uma vez por ano pela Páscoa da salvação, ao receber a absolvição deve ficar atento à fórmula da absolvição, quando o presbítero diz que o Pai das misericórdias é a fonte de todo o perdão e que Ele realiza a reconciliação dos pecadores pela Páscoa do seu Filho e pelo dom do seu Espírito, através da oração e do ministério da Igreja.
Como fazer uma boa confissão?
Após um meticuloso exame de consciência para a confissão, por meio da oração e do exame de consciência, o fiel aguarda pacientemente a sua vez, invocando para si e para o próximo a luz do Espírito Santo e a graça de uma conversão radical. Aproximando-se do sacerdote no confessionário, ele faz o sinal-da-cruz e deve iniciar a confissão dizendo: "Padre, dai-me a vossa bênção, porque pequei". Em seguida, com a maior precisão possível, diz o tempo transcorrido desde a última confissão, seu estado de vida (celibatário, casado, viúvo, estudante, consagrado, noivo ou namorado...) e se cumpriu a penitência recebida da última confissão. Pode ainda levar ao conhecimento do confessor os acontecimentos nos quais se sentiu particularmente perto de Deus, os progressos feitos na vida espiritual. Segue-se a confissão dos pecados, com simplicidade e humildade, expondo os fatos que são transgressões da lei de Deus e que mais intensamente pesam na consciência.
Primeiro, são confessados os pecados graves ou mortais, conforme sua espécie e número, sem perder-se em detalhes e sem diminuir a própria responsabilidade. Para se obter um aumento da graça e força no caminho de imitação de Cristo, confessam-se também os pecados veniais. Depois, dispõe-se a acolher os conselhos e advertências do confessor aceitando a penitência proposta. O penitente reza o ato de contrição e o sacerdote pronuncia a fórmula da absolvição. Ele despede-se do sacerdote respondendo à sua saudação: "Demos graças a Deus", e então permanece um pouco na Igreja agradecendo ao Senhor.
Exemplos de Ato de Contrição para o final da Confissão
O Ato de Contrição é uma oração que expressa a tristeza pelos pecados realizados, reconhecendo o pecado como um mal em sua vida, renunciando-o definitivamente.
“Meu Deus, tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós e mereci ser castigado. Meu Pai e Salvador, perdoai-me, não quero mais pecar. Amém.”
"Meu bom Jesus, crucificado por minha culpa, estou muito arrependido por ter feito pecado, pois ofendi a vós tão bom, e mereci ser castigado neste mundo e no outro; mas perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar. Amém."
“Meu Deus, eu me arrependo de todo o coração de vos Ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo firmemente, ajudado com a vossa graça, fazer penitência e fugir às ocasiões de pecado. Amém”.
Considerações finais
Todo Católico é chamado de forma muito especial, a confessar-se na Semana Santa, num tempo específico de conversão. A confissão é um grande instrumento de Fé, Conversão e Renovação para o Cristão por Amor de Cristo em sua Páscoa, que é passagem do pecado para a vida da Graça.
Mas não só na quaresma, ou na Semana Santa, porém a todo momento somos chamado a receber este Sacramento que nos reconcilia com Deus, Sacramento que cura o coração ferido pelo pecado e renova a chama da certeza do Amor de Deus por nós em sua misericórdia.
Renato Emanuel
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Campanha da Fraternidade 2011 (CF-2011)
TEMA
"Fraternidade e a Vida no Planeta"
LEMA:
"A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).
CARTAZ
Durante uma coletiva de imprensa, na sede da Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), dia 21/02 foi apresentado o material da Campanha da Fraternidade de 2011 (CF). O Secretário Geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, apresentou o tema da Campanha, “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme como em dores de parto”.
“A Campanha da Fraternidade deste ano (2011), reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, disse dom Dimas.
Questionado se a escolha do lema “A criação geme como em dores de parto” foi feita em virtude das discussões acerca do aborto que ocorre neste período eleitoral, o presidente da CNBB disse que não e explicou o processo de definição dos temas da Campanha da Fraternidade.
“Essa escolha (do tema da CF-2011) não se fez agora, no contexto das discussões do momento atual. A escolha do tema de 2012, inclusive, já foi definida. Esse processo acontece com dois anos de antecedência”, disse. “O tema Fraternidade e vida no planeta inclui a questão do aborto, mas não se esgota nisso”, acrescentou o arcebispo.
O secretário Executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, declarou que “o objetivo da campanha é de contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participarem dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”.
A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, e se estende por toda a Quaresma. A partir deste mês de outubro, as lideranças das comunidades eclesiais estudam os materiais da CF preparando-se para a realização da Campanha na Quaresma.
Hino da CF 2011
1. Olha, meu povo, este planeta terra:
Das criaturas todas, a mais linda!
Eu a plasmei com todo amor materno,
Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)
Nossa mãe terra, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
Ou simplesmente agonia?!
Vai depender só de nós!
Vai depender só de nós!
2. A terra é mãe, é criatura viva;
Também respira, se alimenta e sofre.
É de respeito que ela mais precisa!
Sem teu cuidado ela agoniza e morre.
3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos...
Que a fome mata e a miséria humilha.
Eu sonho ver um mundo mais humano,
Sem tanto lucro e muito mais partilha!
4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
Sente esse ar que te entreguei tão puro...
Agora, gases disseminam morte;
O aquecimento queima o teu futuro.
5. Contempla os rios que agonizam tristes.
Não te incomoda poluir assim?!
Vê: tanta espécie já não mais existe!
Por mais cuidado implora esse jardim!
6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
De dores geme toda a criação. (Rm 8,22)
Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
Quero essa terra em plena gestação!
O Hino CF2011 no youtube
Oração da Campanha da Fraternidade 2011
Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tender por todos nós.
Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.
Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.
E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.
Amém.
Fontes:
Site da CNBB
bigmae.com
youtube
Renato Emanuel
quarta-feira, 13 de abril de 2011
30 anos de Diocese de São José dos Campos
A Diocese de São José dos Campos convida todos diocesanos para a Missa em Ação de Graças pelos 30 anos de sua criação:
Faça sua caravana paroquial, traga suas faixas e venha participar deste momento de louvor a Deus pelos 30 anos de caminhada da Diocese de São José dos Campos!
Dia 1º de maio de 2011
Horário: 15 horas
Local: Pavilhão Gaivotas
Av. Olivo Gomes, s/nº
Parque da Cidade / São José dos Campos
A Diocese: http://www.diocese-sjc.org.br/
Faça sua caravana paroquial, traga suas faixas e venha participar deste momento de louvor a Deus pelos 30 anos de caminhada da Diocese de São José dos Campos!
Dia 1º de maio de 2011
Horário: 15 horas
Local: Pavilhão Gaivotas
Av. Olivo Gomes, s/nº
Parque da Cidade / São José dos Campos
A Diocese: http://www.diocese-sjc.org.br/
Por que existe Sofrimento?
O sofrimento da humanidade é também fruto do pecado
Saber sofrer é saber viver. Jesus Cristo nos faz compreender o significado do sofrimento. Ninguém sofreu como Ele e ninguém como Ele soube enfrentar o sofrimento e dar-lhe um sentido transcendente.
Um dia, Karl Wuysman, escritor francês, entre o revólver e o crucifixo, escolheu o crucifixo. O fato de Jesus ter sofrido como ninguém, e ser Deus e Santo, mostra que o sofrimento não é castigo. Uma prova de que Deus não deseja o sofrimento e não o manda como castigo a ninguém um sinal forte de que o Reino de Deus já estava entre nós eram as curas, os milagres, os exorcismos, entre outros, que Jesus fazia, isto é, vitórias sobre o mal e sobre o sofrimento. Alguns perguntam: “Se Deus existe, então, como pode permitir tanta desgraça?”
A resposta católica para o problema do sofrimento foi dada de maneira clara por Santo Agostinho († 430) e por São Tomás de Aquino († 1274): "A existência do mal não se deve à falta de poder ou de bondade em Deus; ao contrário, Ele só permite o mal porque é suficientemente poderoso e bom para tirar do próprio mal o bem" (Suma Teológica l qu, 22, art. 2, ad 2). "Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus" (Rm 8,28).
Deus, sendo perfeitíssimo, não pode ser a causa do mal, logo, é a própria criatura que pode falhar, já que não é perfeita como seu Criador. Mas, o mal pode ser também o uso mau de coisas boas. Uma faca é boa na mão da cozinheira, mas não na mão do assassino... O sofrimento da humanidade, sobretudo, é também fruto do pecado. São Paulo disse que "o salário do pecado é a morte" (Rm 6,23).
Nossos erros geram sofrimentos para nossos descendentes também. Os filhos não herdam os pecados dos pais, mas podem sofrer pelas consequências deles . O Papa João Paulo II, em 11/02/84, na Carta Apostólica sobre o sofrimento declarou que: "O sentido do sofrimento é tão profundo quanto o homem mesmo, precisamente porque manifesta, a seu modo, a profundidade própria do homem e ultrapassa esta. O sofrimento parece pertencer à transcendência do homem" (Dor Salvífica, n. 2).
Para que o homem fosse "grande", digno, nobre, Deus o fez livre, inteligente, com sensibilidade, vontade, memória, entre outros. Deus Pai não poderia impedir o homem de Lhe dizer "não": senão lhe tiraria a liberdade e este seria apenas um robô, uma marionete, um teleguiado. E o Altíssimo não quis isso.
Deus não é paternalista, é Pai: não fica "passando a mão por cima" dos erros dos filhos. Esta é a lei da justiça: quem erra, deve arcar com as consequências de seus erros. "Deus não fez a morte nem tem prazer em destruir os viventes" (Sb 1,13).
Por Felipe Aquino
Fonte: cancaonova.com
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Estamos em retiro
É com grande prazer que lhes informo que estaremos em retiro Querigmático juntamente com a Pastoral da Crisma da Paróquia São Benedito do Galo Branco, realizado neste final de semana (8,9 e 10 de Abril) na Casa Kolbe em Caçapava!
Oh Glória!!!!
Renato Emanuel
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A Importância da Espiritualidade do Catequista
A Espiritualidade é importatíssimo na vida de todo Católico, mas o Catequista como formador de opinião, como Imitador de Cristo e Anunciador da Boa Nova deve sempre dar um passo a mais em busca de uma Espiritualidade Sadia.
Vejamos abaixo os pontos mais importantes desta Espiritualidade:
1- Assegura a vocação, a fé, o conteúdo e a vivência do catequista;
Todos os dias o Cristão, sobretudo o Catequista como formador de opinião é testado profundamente em sua vocação, colocando sua fé e seu chamado a prova.
Por isso é tão importante a nutrir incansavelmente sua Espiritualidade na vivência de seu dia-a-dia e claro, no conhecimento da Palavra e da Doutrina;
Realça a força transformadora da Palavra de Deus e da sua mensagem na sua vida pessoa e na capacitação para o anúncio;
A Espiritualidade é fundamental para que o Catequista tenha plenas condições de se alimentar da palavra e deixar-se transformar por ela para sobretudo anuncia-la de maneira coesa e lúcida, em conjunto ao Magistério da Igreja.
2- Garante a perseverança diante das dificuldades internas e externas;
Uma Espiritualidade bem vivida, faz com que o Catequista dê um grande Testemunho de fé aos seus catequizados, principalmente diante das dificuldades por ele enfrentado;
Seja lá qual for a provação, o Catequista encontra ânimo para superar seus obstáculos justamente nas virtudes de uma Espiritualidade bem alicerçada, através da meditação da Palavra, da oração pessoal, da oração do Terço e toda Devoção Mariana, mas sobretudo à sua entrega Pessoal a Jesus Eucarístico (Adoração e Comunhão).
Uma Espiritualidade alimentada por tudo isso, faz do Catequista um grande exemplo de Fé e Fortaleza para sua turma da Catequese.
3- Ajuda o catequista em sua missão de conduzir os catequizandos a Cristo;
“Cristo deve habitar no coração da Catequese” (CIC-426)
“Aquele que é chamado a "ensinar o Cristo" deve, portanto, procurar primeiro este ganho supereminente que é o conhecimento de Cristo; é preciso aceitar perder tudo... a fim de ganhar a Cristo e ser achado nele, e conhecer o poder de sua Ressurreição e a participação em seus sofrimentos, conformando-me com ele em sua Morte, para ver se alcanço a ressurreição de entre os mortos" (CIC-428)
Cristo deve habitar o coração da Catequese, portanto deve habitar é claro, no coração do Catequista. (Ver Filipenses capítulo3)
A Espiritualidade do Catequista o torna um imitador de Cristo e faz com que sua Catequese tenha mais maturidade e convicção na Missão de levar seus Catequizados a Cristo;
4- Colabora na coerência de vida do catequista.
Testemunho de vida é fundamental para que o Catequista possa desempenhar seu papel de modo pleno.
O Catequista que não busca enriquecer sua Espiritualidade, corre o risco de deixar-se afastar do caminho, muitas vezes até sem perceber, entregando-se ao comodismo e em seguida fatalmente o Contra-Testemunho.
O Contra-testemunho de um Catequista pode ser muito maior do que ele próprio possa imaginar, porque além de não cumprir com a Missão que Jesus lhe confiou e ofender a Deus, acaba muitas vezes levando consigo a Fé de muitos de seus Catequizados que lhe conferiram respeito e confiança.
Para que tudo isso seja evitado, é fundamental que o Catequista dedique-se convictamente a sua Espiritualidade e a Missão que lhe foi Confiada pelo próprio Cristo.
Para mim , viver é Cristo (Fl 1,21)
“O fiel deve testemunhar o nome do Senhor, confessando sua fé sem ceder ao medo. O ato da pregação e o ato da catequese devem estar penetrados de adoração e de respeito pelo nome de Nosso Senhor, Jesus Cristo.” (CIC 2145)
cont...
Renato Emanuel
terça-feira, 5 de abril de 2011
A Espiritualidade do Catequista
Primeiramente vamos reforçar o significado da palavra Catequista que segundo o dicionário é “Pessoa que ensina, convence ou doutrina matéria social ou religiosa”, mas isso é apenas uma descrição lingüística onde até mesmo professores seriam catequistas, mas estamos falando do Catequista Católico, do Evangelizador e segundo o Catecismo da Igreja Católica (CIC- 428) é: “Aquele que é Chamado a ensinar o Cristo, devendo portanto primeiramente conhecer a Cristo, ter uma Vida Nova em Cristo, viver em Cristo para daí ensinar o Cristo”, portanto “Cristo deve habitar no coração da Catequese” (CIC-426)
“Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!” ICOR 9,16
De encontro a isso, falemos então sobre a Espiritualidade do Catequista.
Espiritualidade do Catequista é:
1- Ter uma vida segundo o Espírito Santo;
“Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Dentro de vós meterei meu espírito, fazendo com que obedeçais às minhas leis e sigais e observeis os meus preceitos.” EZ 36,26s
Todo Cristão Católico Apostólico Romano é chamado a catequisar, mas nem todos respondem a este chamado como deveria. A Catequese começa já em casa, dentro do seio familiar, a exemplo de Maria Santíssima que foi a primeira Catequista, catequisando o menino Jesus durante sua infância;
Para que este chamado seja respondido com plenitude e convicção, é preciso primeiramente conhecer a Cristo, ter um encontro pessoal com Deus em sua Santíssima Trindade, renunciando sua vida velha e optando por uma Vida Nova, uma vida pelas virtudes da Graça de Cristo e pelo Poder do Espírito Santo;
2- Viver o Mistério de Cristo em sua própria vida;
“Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o Evangelho; e isso sem recorrer à habilidade da arte oratória, para que não se desvirtue a cruz de Cristo.” ICOR 1,17
Agraciado por uma Vida Nova em Cristo, aumenta o ardor de seu chamado no coração do Catequista, mas para isso é preciso que ele compreenda o plenamente o Mistério Pascal de Cristo e viva sobretudo seus ensinamentos de modo integro e pessoal, colocando em prática tudo aquilo que foi ensinado por Cristo, seus Apóstolos e pela Igreja;
É impensável um Catequista sem vida de oração, desobediente as leis de Deus e aos mandamentos da Igreja, aliado a vida velha... aos que se dizem Catequistas e deixam-se enganar ao levar o Evangelho de modo xulo, lembre-se disso:
“Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” MT 7,21
“...quando um homem ouve a palavra do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semeado no seu coração” MT 13,19
Conti...
Renato Emanuel
“Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!” ICOR 9,16
De encontro a isso, falemos então sobre a Espiritualidade do Catequista.
Espiritualidade do Catequista é:
1- Ter uma vida segundo o Espírito Santo;
“Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Dentro de vós meterei meu espírito, fazendo com que obedeçais às minhas leis e sigais e observeis os meus preceitos.” EZ 36,26s
Todo Cristão Católico Apostólico Romano é chamado a catequisar, mas nem todos respondem a este chamado como deveria. A Catequese começa já em casa, dentro do seio familiar, a exemplo de Maria Santíssima que foi a primeira Catequista, catequisando o menino Jesus durante sua infância;
Para que este chamado seja respondido com plenitude e convicção, é preciso primeiramente conhecer a Cristo, ter um encontro pessoal com Deus em sua Santíssima Trindade, renunciando sua vida velha e optando por uma Vida Nova, uma vida pelas virtudes da Graça de Cristo e pelo Poder do Espírito Santo;
2- Viver o Mistério de Cristo em sua própria vida;
“Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o Evangelho; e isso sem recorrer à habilidade da arte oratória, para que não se desvirtue a cruz de Cristo.” ICOR 1,17
Agraciado por uma Vida Nova em Cristo, aumenta o ardor de seu chamado no coração do Catequista, mas para isso é preciso que ele compreenda o plenamente o Mistério Pascal de Cristo e viva sobretudo seus ensinamentos de modo integro e pessoal, colocando em prática tudo aquilo que foi ensinado por Cristo, seus Apóstolos e pela Igreja;
É impensável um Catequista sem vida de oração, desobediente as leis de Deus e aos mandamentos da Igreja, aliado a vida velha... aos que se dizem Catequistas e deixam-se enganar ao levar o Evangelho de modo xulo, lembre-se disso:
“Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” MT 7,21
“...quando um homem ouve a palavra do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semeado no seu coração” MT 13,19
Conti...
Renato Emanuel
quinta-feira, 24 de março de 2011
Enquanto isso no Twitter...
O que você tem feito no Twitter ultimamente?
Tem aproveitado esta ferramenta para semear o Evangelho também ou a preocupação são apenas os BBB's e as futilidades do dia-a-dia?
"Você bloqueia seu sonho quando você permite que seu medo fique maior do que a sua fé."@Amor_e_Fe
"A Fé vê o invisível, acredita no inacreditável, e recebe o impossível"
@LuVecchio
"Não vou trair meus ideais pra ser feliz. Não vou descer nem jogar fora meu projeto. Vou ser quem sou e sendo assim serei feliz!"
@MomentoZezinho
"É com tristeza que venho acompanhando essas brigas entre evangélicos e católicos. Não importa quem ataca."
@padre_zezinho
"Se levardes em conta as nossas faltas, quem haverá de subsistir?" (Salmo 129)
@glaucosdb
"A esperança em Deus é a ancora da alma, que nos mantém firmes no revolto e agitado mar desta vida. Mui caríssimos, paz e redenção em Cristo!"
@eugeniojorge
"Ultimamente eu também tenho sentido necessidade de pessoas que me recordem o "antigamente..."
@pefabiodemelo
"O tamanho da nossa Fé é exatamente proporcional ao tamanho da nossa capacidade de amar"
@RenatoEmanuell
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Ecumenismo
Ecumenismo (ou eucumenismo) é o processo de busca da unidade. O termo provém da palavra grega "oikos" (casa), designando "toda a terra habitada". Num sentido mais restrito, emprega-se o termo para os esforços em favor da unidade entre igrejas cristãs; num sentido lato, pode designar a busca da unidade entre as religiões ou, mesmo, da humanidade. Neste último sentido, emprega-se também o termo "macro-ecumenismo".
O Dicionário Aurélio define ecumenismo como movimento que visa à unificação das igrejas cristãs (católica, ortodoxa e protestante). A definição eclesiástica, mais abrangente, diz que é a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs.
Do ponto de vista do Cristianismo, pode-se dizer que o ecumenismo é um movimento entre diversas denominações cristãs na busca do diálogo e cooperação comum, buscando superar as divergências históricas e culturais, a partir de uma reconciliação cristã que aceite a diversidade entre as igrejas. Segundo a Igreja Evangélica Luterana do Brasil, o termo ecumênico quer representar que a Igreja de Cristo vai além das diferenças geográficas, culturais e políticas entre diversas igrejas. Nos ambientes cristãos, a relação com outras religiões costuma-se denominar diálogo inter-religioso. Este artigo foi desenvolvido na perspectiva do ecumenismo como a busca de unidade entre igrejas cristäs.
O termo ecumenismo
No mundo grego, ecumenismo significava "terra habitada", e tinha o sentido de "povo civilizado", de cultura aberta, tanto com uma perspectiva geográfica, como de civilização. Com as conquistas do império romano, o termo ganha mais uma conotação, a conotação política. Já no cristianismo, a palavra é utilizada numa perspectiva espiritual: a "terra habitada" passa a ser considerada obra de Deus, tornada habitável pela colaboração humana. Assim, assume a conotação de uma tarefa a realizar.
Em 381, o Concílio de Constantinopla refere-se ao Concílio de Nicéia como Concílio ecumênico. Neste contexto, a palavra ecumênico refere-se tanto à reunião de pessoas de distintos lugares, quanto à doutrina e costumes eclesiásticos aceitos como norma para toda a Igreja Católica. Após o império romano, o termo ecumenismo deixa de ter a conotação política e passa a ser utilizado na Igreja. Por exemplo, o Credo Niceno-Constantinopolitano é considerado ecumênico por ser a profissão de fé aceito por todos os cristãos.
A raiz do ecumenismo moderno data do final do século XVIII, com as missões protestantes. O grande impulsionador destas missões, William Carey propôs a cooperação entre os cristãos para fazer frente à evangelização de um mundo cada vez maior a ser cristianizado. Mas o termo ainda tem conotações geográficas, enquanto busca a unidade em vista da expansão do Evangelho.
A partir dos movimentos Fé e Constituição e Vida e Ação, o termo ecumenismo espalhou-se nos ambientes eclesiais como o relacionamento entre as igrejas cristãs divididas na direção de superar as divergências teológicas, de aproximar os cristãos das diversas denominações e cooperar com a paz mundial.
Tipos de Ecumenismo
O ecumenismo tem uma face plural. As iniciativas e o diálogo ecumênico ocorrem em diferentes níveis e entre diferentes atores. Bosch classifica estas iniciativas segundo:
Ecumenismo espiritual: o ecumenismo espiritual pressupõe que a superação das diferenças humanamente insuperáveis é uma obra de Deus. Requer uma atitude orante e também uma atitude de diálogo que brota da convicção de unidade espiritual entre aqueles que creem em Jesus Cristo. O Concílio Vaticano II afirma que "a oração é a alma do ecumenismo".
Ecumenismo institucional: é aquele que ocorre ao nível das instituições promotoras do ecumenismo, como o Conselho Mundial de Igrejas e o Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos.
Ecumenismo oficial: é aquele que envolve as autoridades eclesiásticas das diversas igrejas.
Ecumenismo doutrinal: trata-se das iniciativas de diálogo sobre as diversas questões doutrinais que estão na raiz das divergências. Busca-se atingir pontos de convergência no que é o essencial do cristianismo através de encontros, colóquios e diálogos entre as diversas igrejas.
Ecumenismo local: o ecumenismo local corresponde às iniciativas e ações comuns que ocorrem na base das igrejas.
Ecumenismo secular: o ecumenismo secular é uma corrente do movimento ecumênico representada por aqueles que, diante do impasse e da lentidão das diversas instituições em realizar a unidade, creem que somente a aplicação do método indutivo – que parte da história concreta em que se está inserido e da encarnação como tema central - poderá levar adiante a tarefa ecumênica. Segundo os secularistas, o pensamento e a ação ecumênicas devem estar centradas no mundo secular, no serviço do ser humano. Assim, o ecumenismo secular coloca-se na busca da justiça, da paz, da ecologia e da luta contra a pobreza expressa nas diversas teologias da libertação.
Organismos Ecumênicos
BRASIL
No Brasil e no mundo existem vários organismos de natureza ecumênica. O mais importante, no Brasil, é o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), fundado em novembro de 1982, com sede em Brasília e cujo símbolo é um barco. Seus membros são:
Igreja Católica Apostólica Romana
Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
Igreja Católica Ortodoxa Siriana do Brasil".Existem organismos ecumênicos que atuam em causas comuns, como Koinonia, Diaconia, Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), Centro Ecumênico de Serviços à Educação e Evangelização Popular que têm ações de apoio ao movimento popular e às igrejas.
AMÉRICA LATINANa América LatinaNa América Latina, mencione-se o Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), criado provisoriamente em 1978, em Oaxtepec / México, e definitivamente em 1982, em Huampani / Peru. Com sede em Quito / Equador, reúne hoje 150 diferentes igrejas de todos os países do continente latino-americano. Realizou assembleias gerais em Haumpaní (1978), Indaiatuba / Brasil (1989), Concepción / Chile (1995) e Barranquilla / Colômbia (2001). A quinta assembleia geral foi realizada em Buenos Aires / Argentina (2007).
MUNDO
No mundoNo âmbito global, destaca-se o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), fundado em Amsterdão (1948), contando hoje com 350 igrejas do mundo, com mais de 500 milhões de fiéis. Fazem parte dele a maioria das denominações protestantes e das igrejas ortodoxas. A Igreja Católica Romana ainda não é membro pleno, mas é-o de unidades específicas do CMI, como a Comissão de Fé e Ordem, que trata dos assuntos doutrinários. Realizam-se suas assembleias gerais a cada sete ou oito anos entre elas, tendo a VIII Assembléia Geral sido realizado em Harare / Zimbábue (1998) e a IX Assembléia Geral em Porto Alegre / Brasil, em fevereiro de 2006. O novo Comitê Central, eleito nessa assembleia, elegeu por sua vez como seu Moderador, Walter Altmann, Pastor Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB).
Fontes:
Bosch, Juan: Para compreender o ecumenismo.Edições Loyola, São Paulo, Brasil, 1995, ISBN 9788515011810.
CNBB: O que é ecumenismo: Ajuda para trabalhar a exigência do diálogo. Edições Loyola, São Paulo, Brasil, 1997, ISBN 9788515015467.
Wolff, Elias: Caminhos do Ecumenismo no Brasil. Editora Paulus, São Paulo, Brasil, 2002, ISBN 8534920257.
Vercruysse, J.E., Introdução à teologia ecumênica. São Paulo: Edições Loyola.ISBN 85150117849
domingo, 13 de março de 2011
Quarta-feira de cinzas
- Início da Quaresma –
“Tempo de penitência, oração e conversão.”
O significado das cinzas
O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento. As cinzas simbolizam dor, morte e penitência. Por exemplo, no livro de Ester, Mardoqueu se veste de saco e se cobre de cinzas quando soube do decreto do Rei Asuer I (Xerxes, 485-464 antes de Cristo) da Pérsia que condenou à morte todos os judeus de seu império. (Est 4,1). Jó (cuja história foi escrita entre os anos VII e V antes de Cristo) mostrou seu arrependimento vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas (Jó 42,6). Daniel (cerca de 550 antes de Cristo) ao profetizar a captura de Jerusalém pela Babilônia, escreveu: "Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza" (Dn 9,3). No século V antes de Cristo, logo depois da pregação de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram de saco, inclusive o Rei, que além de tudo levantou-se de seu trono e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos retirados do Antigo Testamento demonstram a prática estabelecida de utilizar-se cinzas como símbolo (algo que todos compreendiam) de arrependimento.
O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas. A respeito daqueles povos que recusavam-se a se arrepender de seus pecados, apesar de terem visto os milagres e escutado a Boa Nova, Nosso Senhor proferiu: "Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas. (Mt 11,21) A Igreja, desde os primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Em seu livro "De Poenitentia" , Tertuliano (160-220 DC), prescreveu que um penitente deveria "viver sem alegria vestido com um tecido de saco rude e coberto de cinzas". O famoso historiador dos primeiros anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar-lhe perdão. Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do Confessionário.
Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta dizendo-lhe: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás". Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: "Estás de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência diante do Senhor no dia do Juízo?" O moribundo então respondia: "Sim, estou de acordo". Se podem apreciar em todos esses exemplos que o simbolismo do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua igreja. Com o passar dos tempos o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo da Quaresma; o período de preparação de quarenta dias (excluindo-se os domingos) antes da Páscoa da Ressurreição. O ritual para a Quarta-feira de Cinzas já era parte do Sacramental Gregoriano. As primeiras edições deste sacramental datam do século VII. Na nossa liturgia atual da Quarta-feira de Cinzas, utilizamos cinzas feitas com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrepende-te e crede no Evangelho".
Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado profundo das cinzas que recebemos. É um tempo para examinar nossas ações atuais e passadas e lamentarmo-nos profundamente por nossos pecados. Só assim poderemos voltar nossos corações genuinamente para Nosso Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além do mais esse tempo nos serve para renovar nossas promessas batismais, quando morremos para a vida passada e começamos uma nova vida em Cristo.
Finalmente, conscientes que as coisas desse mundo são passageiras, procuremos viver de agora em diante com a firme esperança no futuro e a plenitude do Céu.
BÊNÇÃO E IMPOSIÇÃO DAS CINZAS NO INÍCIO DA QUARESMA
Aceitando que nos imponham as cinzas, expressamos duas realidades fundamentais:
1. Somo criaturas mortais; tomar consciência de nossa fragilidade, de inevitável fim de nossa existência terrestre, nos ajuda a avaliar melhor os rumos que compete dar à nossa vida: "você é pó, e ao pó voltará" (Gn 3, 19). Somo chamado;
2. Somos chamados a nos converter ao Evangelho de Jesus e sua proposta do Reino, mudando nossa maneira de ver, pensar, agir.
Muitas comunidades sem padre assumiram esse rito significativo como abertura da quaresma anual, realizando-o numa celebração da Palavras.
Veja mais embasamentos bíblicos sobre as cinzas através das seguintes passagens: (Nm 19; Hb 9,13); como sinal de transitoriedade (Gn 18,27; Jó 30,19). Como sinal de luto (2Sm 13,19; Sl 102,10; Ap 19,19). Como sinal de penitência (Dn 9,3; Mt 11,21). Faça uma pesquisa através de todas estas passagens bíblicas, prestando a atenção ao texto e seu contexto, relacionando com a vida pessoal, comunitária, social e com o rito litúrgico da Quarta-feira de cinzas.
FONTE - MISSAL DOMINICAL, página de 140, © Paulus
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Saudade de Deus
Você já sentiu Saudade de Deus?
Esta pergunta pode parecer estranha para uns, já para outros nem tanto.
Primeiro vamos entender como funciona a saudade.
Saudade no dicionário:
“Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes, acompanhada pelo desejo de tornar a vê-las”
Ótimo, mas isso é descrição e não definição.
Definir saudade é muito mais que isso; definir saudade é ausentar-se da plena satisfação e reconhecer que lhe falta alguma coisa, que lhe falta alguém, e isso nem sempre é fácil...reconhecer a saudade dentro de si próprio as vezes lhe custa a humildade de reconhecer que você está incompleto.
As vezes para perceber a existência de uma saudade dentro de você, é necessário que haja um choque entre seu desejo e sua satisfação para que enfim reconheça...”Sinto saudades”.
Pois bem, estou efetivamente em Missão na Igreja a quase 10 anos, este tempo foi suficiente para aprender que “sentir saudades de Deus” é um dos passos importantes de uma conversão. Para que você se mantenha próximo Dele, as vezes é necessário entender que não existe plena satisfação longe do Amor de Deus, mesmo para aqueles que participam ativamente de trabalhos na Igreja, independente do tempo de caminhada, membros e coordenadores de pastorais ou movimentos, não importa... a saudade de Deus é um grande bem ao coração de um Cristão. Fortalece o desejo de querer estar por perto, já para aqueles que encontram dificuldades em se manter firmes na caminhada, a saudade de Deus é o primeiro passo para o Recomeço.
Mesmo que você pense: “Não tenho porque sentir saudades de Deus, pois estou sempre perto dele” saiba que nossa vida é uma conquista diária, pois o amanhã não é uma promessa a ninguém, temos que conquistá-lo a cada momento, portanto sempre devemos afirmar que nossa conversão deve ser diária, constante e objetiva. A saudade de Deus é possível e benéfica também para aqueles que se julgam próximos de Deus suficientemente capazes de não sentir saudades.
A saudade de Deus não precisa nem deve ser longa (embora seja para alguns), ela pode surgir num minuto de stress no trabalho, na escola, em casa, com os amigos. A saudade de Deus pode aparecer numa decepção amorosa, profissional ou até mesmo em decepções dentro da própria Igreja, onde nosso coração magoado tende a ceder e num impulso a buscar outros caminhos para aliviar sua dor...neste momento a saudade de Deus deve falar mais alto.
Enfim, todos estamos sujeitos a sentir esta Abençoada Saudade que nos ajuda a caminhar renovados e juntos do Pai, e quem já experimentou esta saudade sabe bem do que estou falando, quem acha que ainda não experimentou... aproveite quando ela aparecer e faça o que seu coração mandar...vá “Matar sua saudade”...saudade de Deus!
Paz!
Renato Emanuel
Esta pergunta pode parecer estranha para uns, já para outros nem tanto.
Primeiro vamos entender como funciona a saudade.
Saudade no dicionário:
“Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes, acompanhada pelo desejo de tornar a vê-las”
Ótimo, mas isso é descrição e não definição.
Definir saudade é muito mais que isso; definir saudade é ausentar-se da plena satisfação e reconhecer que lhe falta alguma coisa, que lhe falta alguém, e isso nem sempre é fácil...reconhecer a saudade dentro de si próprio as vezes lhe custa a humildade de reconhecer que você está incompleto.
As vezes para perceber a existência de uma saudade dentro de você, é necessário que haja um choque entre seu desejo e sua satisfação para que enfim reconheça...”Sinto saudades”.
Pois bem, estou efetivamente em Missão na Igreja a quase 10 anos, este tempo foi suficiente para aprender que “sentir saudades de Deus” é um dos passos importantes de uma conversão. Para que você se mantenha próximo Dele, as vezes é necessário entender que não existe plena satisfação longe do Amor de Deus, mesmo para aqueles que participam ativamente de trabalhos na Igreja, independente do tempo de caminhada, membros e coordenadores de pastorais ou movimentos, não importa... a saudade de Deus é um grande bem ao coração de um Cristão. Fortalece o desejo de querer estar por perto, já para aqueles que encontram dificuldades em se manter firmes na caminhada, a saudade de Deus é o primeiro passo para o Recomeço.
Mesmo que você pense: “Não tenho porque sentir saudades de Deus, pois estou sempre perto dele” saiba que nossa vida é uma conquista diária, pois o amanhã não é uma promessa a ninguém, temos que conquistá-lo a cada momento, portanto sempre devemos afirmar que nossa conversão deve ser diária, constante e objetiva. A saudade de Deus é possível e benéfica também para aqueles que se julgam próximos de Deus suficientemente capazes de não sentir saudades.
A saudade de Deus não precisa nem deve ser longa (embora seja para alguns), ela pode surgir num minuto de stress no trabalho, na escola, em casa, com os amigos. A saudade de Deus pode aparecer numa decepção amorosa, profissional ou até mesmo em decepções dentro da própria Igreja, onde nosso coração magoado tende a ceder e num impulso a buscar outros caminhos para aliviar sua dor...neste momento a saudade de Deus deve falar mais alto.
Enfim, todos estamos sujeitos a sentir esta Abençoada Saudade que nos ajuda a caminhar renovados e juntos do Pai, e quem já experimentou esta saudade sabe bem do que estou falando, quem acha que ainda não experimentou... aproveite quando ela aparecer e faça o que seu coração mandar...vá “Matar sua saudade”...saudade de Deus!
Paz!
Renato Emanuel
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Enquanto isso no Twitter...
"Nossa #vida não tem sentido algum, se o objetivo final não for o abraço de #DEUS!"
"O medo de #sofrer, não pode privar-lhe do direito de ser #feliz"
"Eis que estarei contigo para te guardar onde quer que fores e não te abandonarei sem ter cumprido o que te prometi" GEN 28,15
"Façam bem suas #escolhas, e elas farão você"
♫"A #Vida é uma questão...o #Amor é a resposta"♪
"A #Fama é passageira, quando junto dela não caminha o Dom da #arte!"
"Pessoas buscam desculpas e culpados para explicar o porque de se afastarem das coisas de #Deus. Nada justifica o seu "não" a Ele!"
"Se o Google tradutor nos "faz" Poliglotas, sejamos, pois Deus não deve se restringir apenas a uma Nação, ainda mais em tempos de Internet!"
Estas são algumas frases postadas em meu TWITTER,
http://twitter.com/RenatoEmanuell
Fica com Deus!
Renato Emanuel
"O medo de #sofrer, não pode privar-lhe do direito de ser #feliz"
"Eis que estarei contigo para te guardar onde quer que fores e não te abandonarei sem ter cumprido o que te prometi" GEN 28,15
"Façam bem suas #escolhas, e elas farão você"
♫"A #Vida é uma questão...o #Amor é a resposta"♪
"A #Fama é passageira, quando junto dela não caminha o Dom da #arte!"
"Pessoas buscam desculpas e culpados para explicar o porque de se afastarem das coisas de #Deus. Nada justifica o seu "não" a Ele!"
"Se o Google tradutor nos "faz" Poliglotas, sejamos, pois Deus não deve se restringir apenas a uma Nação, ainda mais em tempos de Internet!"
Estas são algumas frases postadas em meu TWITTER,
http://twitter.com/RenatoEmanuell
Fica com Deus!
Renato Emanuel
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