terça-feira, 14 de junho de 2011

A Igreja Católica e eu! (Para Católicos e não-Católicos)

Não sou Teólogo, não sou um grande estudioso da Palavra, sou apenas um Católico Leigo que passou a praticar realmente o Catolicismo após perceber que minha vida precisava de um sentido real e verdadeiro. Ao invés de me afastar da Igreja ou de achar que tinha problemas porque estava na Igreja errada, decidi primeiramente buscar respostas na Igreja qual meus pais decidiram me batizar quando eu ainda era uma criança... e foi justamente aos 20 anos de idade vivendo uma grande depressão, que em um retiro Católico de conversão voltado para jovens onde percebi a falta que Deus fazia em minha vida. Percebi que precisava de uma orientação Espiritual correta, um direcionamento Teológico sério e históricamente correto, com uma tradição digna e milenar, e vi que precisava sim de uma religião para que eu pudesse me sentir direcionado no Caminho de Deus, desde então percebi que meu lugar era aqui, na Igreja Católica Apostólica Romana...desde o começo, o tempo todo.


Nestes 11 anos caminhada apesar de poucos, foram suficientes para que em grupo de oração jovem, como Catequista da Crisma, Integrante da Comissão do diálogo Inter-religioso de minha Paróquia, participando de Grupos de teatro Católicos, Cursando Iniciação Teológica e o Catecismo da Igreja Católica e com a participação no mínimo semanalmente da Celebração Eucarística fez com que eu conhecesse uma pouco mais da Igreja Católica e assim conclui o óvio: Para amar ou mesmo para não amar algo é preciso primeiramente conhecer.

É engraçado como existem tantos "conhecedores expert em catolicismo" espalhados por aí, pessoas que se julgam conhecer a fundo a doutrina católica e saem dizendo que a Igreja católica é idólatra, que a Igreja Católica é conservadora demais e que parou no tempo, que os Católicos precisam se converter senão vão para o inferno, que somos adoradores de Maria, entre tantas outras coisas quais não faço a mínima questão de citar.

Mas ao ouvir tudo isso, aprendi ao longo desses anos que primeiramente devo acalmar meu coração para não entrar em joguinhos estúpidos de disputa teológica nem mesmo tentar convencer este ou aquele que eu ou minha Igreja somos os melhores... não somos! Lembro a você que um bom Católico ao defender sua fé, ele argumenta e não discute, enquanto outros discutem e não argumentam, e este para mim é o primeiro grande passo de demosntração de uma fé regida pela verdade... não discutir o indiscutível.

Filtra-se o que se escuta sobre a Igreja católica e depois tire suas conclusões sobre quem disse e o quê do Catolicismo e porque disse.

Ainda sim, a Igreja Católica busca praticar e incentivar que seus fiéis vivam o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso, aprendendo a conviver harmoniosamente com outras denominações religiosas, valorizando aquilo que nos une em Cristo, que é o bem comum social, politico e também Espiritual dentro de um respeito mutuo e graças a bons pastores, lideres religiosos e membros de outras Igrejas que entendem o valor de uma união Cristã para o bem comum, conseguimos com sucesso cada qual viver sua espiritualidade de modo sadio e ecumenicamente respeitada.

Muitos dizem ter se convertido, quando na verdade apenas decidiram aderir a um grupo religioso mas a atitude mostra exatamente o contrário, não houve uma conversão a Deus. Uma conversão real traz consigo equibrio emocional e espiritual para amar e sobretudo respeitar. Seja ela de alguém que saiu do Catolicismo para o Protestantismo e vice-versa. Vejamos Paulo Apóstolo por exemplo, deixou o Judaismo ao se converter para o Cristianismo, mas não deixou de amar os judeus... isso é conversão. Muitos deixam o Catolicismo e passam a odiar a Igreja Católica e os Católicos, mostrando claramente que não houve equilibrio, portanto não houve conversão a Deus, e sim apenas uma adesão a determinado grupo religioso.

Infelizmente, são muitos que vivem, estudam, se formam simplesmente para atacar a Igreja Católica, insistem em agarrar-se a argumentos já ultrapassados e sem fundamento Teológico ou moral para responder por que não são, não gostam e não vivem o Catolicismo.

Destes, muitos são pessoas que não se adaptaram a uma doutrina fiel ao Evangelho que Prega a Humildade, a Obediência, a Fidelidade, Respeito e a Fé sobretudo nas provações. São pessoas que queriam vivem o Evangelho do seu próprio jeito, viver a fé de sua maneira, interpretar a Bíblia do seu modo, e isso está longe de ser atitude de Católico... por isso sairam e foi até bom que sairam!

Outros indignaram-se em ver na Igreja Católica um pensamento tido como conservador por não concordar com o uso de preservativos e métodos abortivos, por não aprovar a o divórcio e não concordar com a escolha homossexual na vivencia de uma sexualidade entre tantas outras coisas. Mas esquecem que a Bíblia é imutável (não muda) e como a Bíblia não muda, a Igreja não muda se ela muda sua doutrina e vai contra a palavra de Deus e o Evangelho de Jesus Cristo simplismente deixa de ser Igreja, e ela certamente não deixará de ser pois permanece fiel a Palavra e assim permanecerá.

Querem uma Igreja que se molde as pessoas mas não terão, não a Igreja Católica, portanto quem quiser ser Católico verdadeiramente que se molde a Igreja, e assim estará se moldando ao Evangelho, simples assim.

Pessoas que deixaram a Igreja Católica sem nunca ter buscado realmente conhecer sua doutrina, pessoas que eram impacientes na Missa, não tinham tempo nem paciencia para a Igreja Católica, que não participavam de nada, não vivia nada, mas que de repente por problemas pessoais e/ou fincanceiros viu-se fisgado por pastores pregando a Teologia da prosperidade onde afirmavam que sua vida financeira só iria melhorar se fosse para suas Igrejas, como se Deus não habitasse na pobreza, na humildade, na falta de dinheiro. Esqueceram-se de onde Jesus nasceu, como cresceu simples, como viveu e pregou a humildade e a renuncia de poder e do excesso, inclusive financeiro (MT 19,16-24)

Alguns viram uma oportunidade rentável de se "montar uma Igreja" e criar sua própria doutrina, logo via-se pessoas enriquecendo-se as custas da fé de outros que aderiam a idéia de uma Fé longe ou paralelo ao Catolicismo, vimos então igrejas se auto-denominando Cristãs e Evangélicas nascerem diariamente de forma absurda, cada qual com seus pastores e cada qual com suas doutrinas, em comum a discordância da doutrina Católica com sua doutrina única e imutável. Daí a pergunta, se elas possuem doutrinas em comum, porque tantas igrejas diferentes e divididas entre si? Ao meu ver, o Espírito Santo é um Espírito de União onde há uma só verdade, o que mostra que nem entre eles (Protestantes) existe uma igualdade de pensamento num só Espírito e uma só doutrina. Em comum entre elas, apenas a discordância Plena da Igreja católica e todas com as mesmas acusações e alimentadas pelo mesmo ódio Espiritual, o que alimenta ainda mais a a minha certeza de Fé no catolicismo e o amor que sinto por Esta Igreja Santa e pecadora, mas Una, Católica, Apostólica e Romana.

Nunca se viu, como em nossos dias, tantas falsas doutrinas e tantos falsos profetas, fazendo-nos lembrar o que Jesus disse no Sermão da Montanha: “Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós com vestes de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes” (Mt 7,15).

Estou convencido de que muitos pastores formam e são formados principalmente para combater o catolicismo, se preocupam muito mais em atacar e agredir e Igreja Católica do que em pregar o Evangelho que Jesus Ensinou, insistem nas mesmas acusações, ns mesmas faltas de argumentos, nas mesmas passagens bíblicas interpretadas fundamentalisticamente porque não possuem Teológia ou argumentos suficientes para mudarem o tom agressivo e muitas vezes ofensivo, sem amor, com raiva, com ódio dos Católicos. Não me lembro de ver Jesus pregar com ódio, com autoridade sim, mas ódio nunca.

Sem conhecer ou sem aceitar a doutrina Católica, nos acusam injustamente de adoradores de Imagens e idólatras mas o que se vê são Igrejas Protestantes construindo réplicas da Arca da Aliança e idolatrando-as, adorando-as literalmente falando, confira ( http://migre.me/51sWQ )

Faço aqui uma proposta a você que lê este blog, busque conhecer a história da fundação de sua Igreja seja ela Católica ou não (data da fundação, quem fundou, como foi fundada e de onde nasceu sua doutrina) e depois tire suas conclusões.

Não estou aqui criticando Igreja A ou B, não é esta minha intenção, pelo contrário, estou aqui unica e exclusivamente para dizer que Amo profundamente minha querida Igreja Católica, com todos defeitos e erros que teve, tem e ainda terá, afinal somos uma Igreja Santa e pecadora.
E aproveito a oportunidade para pedir àqueles que gostam de debater religião, realizando-se exclusivamente em atacar a Igreja Católica, para que possam antes de tudo buscar conhecer realmente a doutrina da Igreja Católica através de seu Catecismo, para que seus argumentos conclusivos num debate religioso não sejam falsos, teologicamente incorretos e moralmente injustos.
Para encerrar aqui esta postagem, gostaria de postar a Sábia e apaixonante Canção do Padre Zezinho, qual tenho comigo ser uma verdadeira carta de amor a Igreja Católica Apostólica Romana, escrita por um dos Padres Católicos mais amados do país e mais respeitados por muitos protestantes pela forma inteligente como defende o Ecumenismo.

Não troco a minha fé por outra fé
Pe. Zezinho
 
Não troco a minha fé por outra fé

Não troco a minha paz por outra paz
Não deixo a minha santa religião
Por outra qe garante a salvação agora e já!
Respeito quem não crê como acredito
E peço que também os abenções meu senhor

Sou santo e pecador e minha igreja também é
Porém não troco a minha fé por outra fé
Sou santo e pecador e minha igreja também é
Porém não troco a minha fé por outra fé

Aceito questionar a minha fé
Aceito questionar a minha paz
E sei que a minha santa religião
Tem muito que aprender e mais ainda que mudar
Mas fico aonde estou porque acredito
E luto pra mudar a minha igreja pra melhor

Católico eu serei com muito orgulho e muito amor
Não vou deixar a minha igreja não senhor
Sou santo e pecador e minha igreja também é
Porém não troco a minha fé por outra fé

Fiquem com Deus!

Renato Emanuel

sábado, 28 de maio de 2011

Palafraseando

Oi, como vai você? Não sei o que te trouxe até este Blog, nem mesmo sei se você é Católico(a), mas independente de seu credo e do motivo de sua visita, gostaria muito de compartilhar contigo uma pequena mensagem qual postei aos poucos no Twitter, mas decidi que deveria ficar registrado aqui também, pois apesar de simples e pequena, ela carrega consigo um pouco daquilo que meu coração professa como Santo e Verdadeiro, e por isso eu ficaria imensamente feliz de dividir estas palavras contigo, se me permite...

Nada te impede de buscar o melhor, porque ser bom e fazer o bem é mais que uma questão de escolha, é a vocação natural de quem acredita em Deus!
Afinal, o que importa não são as coisas que podemos dar, e sim o amor com que as oferecemos.
Tente fazer isso: Encontre o lado positivo de tudo o que lhe parece negativo.
Jesus nos ensinou como devemos agir diante da rejeição... amando!
Vivemos novos tempos, mas a receita ainda é a mesma... Seja naturalmente criativo, ecologicamente correto e Espiritualmente Sadio.
Não é exatamente o que você sabe fazer, que o torna um vencedor, mas sim o quanto ainda é capaz de aprender.
Algumas pessoas gostam de dizer que os amigos são os familiares que escolhemos para nós, mas não devem se esquecer de que a Família, são os amigos que DEUS escolheu para nós.

A saudade é a forma mais poética que Deus encontrou para nos mostrar até onde vai nossa capacidade de amar, mesmo não estando ao lado.
Por tudo isso, que o Deus qual tanto amamos e pregamos em nossas vidas, converta diariamente nosso coração pra que nossa vida exale o perfume de seu Amor
Não se assuste caso precisar das mãos de Deus e ele não te der, pois quando pedimos a mão, Deus normalmente dá o colo!
Enfim, lembre-se que a Fé move montanhas, desde que move-las estejam nos planos de Deus!
"Senhor não se faça o que eu quero, mas o que tu queres" MT26,39
Quando nosso coração realmente aprender a viver esta oração, nossa vida realmente terá encontrado o grande sentido de tudo... o Amor de Deus!

 Deus te abençoe!

Renato Emanuel

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Amizade talvez seja isso


Considero-me um dos teus melhores amigos, e até que a recíproca é verdadeira, por tudo o que já fizeste, sorriste e choraste por mim...
Mas não tenho o direito de exigir que confies cegamente em mim
Não tenho o direito de saber tudo a seu respeito
Não tenho tempo de roubar o seu tempo
Não tenho o direito de interferir em teus caminhos
Não tenho o direito de chantagear-te com minha bondade
Não tenho o direito de exigir que chores primeiro em meu ombro ou que corras primeiro em minha direção
Não tenho o direito de reclamar pelas verdades que não disseste e nem pelos segredos que me ocultaste.

Ser teu amigo não me dá o direito algum sobre a tua consciência.
Antes de ser teu amigo, implica apenas e tão somente em querer o teu bem, porque te quero bem. E só.
Chamar-te-ei a atenção para certos perigos, estarei ali quando doer em ti alguma dor intensa, estarei inquieto quando souber que não vais bem, estarei sorrindo de alegria quando souber que estás feliz.
Para mim não quero nada. Nem mesmo o consolo de saber que sou ou não teu melhor amigo, ou que dizes ou não dizes, sentes ou não sentes, que sou a melhor pessoa que já passou em tua vida.

O que espero e desejo?
O que espero e desejo é que nunca canses de minha amizade, que nunca aborreça de saber que alguém se preocupa contigo, que nunca digas: "Lá vem aquele chato de novo".
O que espero e sonho é que, um dia se precisares de um par de ouvidos, procures entre outros, também os meus; se um dia qualquer dor te machucar demais, e se estiver cansado, revoltado, magoado, ou vazio, tenhas a coragem sem medo algum, de me encontrar e dizer que precisas de alguém como eu, que nada quero em troca senão a tua paz interior.

O que realmente quero é que entendas que não te quero para mim, mas apenas e tão somente para ti, não quero exclusividade, mas com ternura fraterna e sincera, e que entendas que se fosse preciso, daria minha vida por ti, e se ainda as circunstâncias o exigissem, sumiria de tua vida para que minha lembrança ou minha presença jamais te atrapalhasse de ser feliz, e realizar tua vocação plenamente.
Não, eu não preciso de ti, mas porque sou teu amigo, eu quero precisar, posso viver sem ti, mas com tua amizade sei que eu cresceria muito mais.

Finalmente quero que saibas a maior das razões pelas quais tenho sido teu amigo de todas as horas: "Sem saberes, tu me elevastes muito alto, para bem perto de Deus, todas as vezes em que tendo tu olhado em meus olhos e eu nos teus, descobri que de mim nada querias senão que eu fosse uma presença amiga nas tuas alegrias e nas tuas lágrimas". E foi no dia que descobri que me queres bem, mas que não te faço falta, nem te agarras em mim como tábua de salvação; foi naquele dia que senti a vitória de ser teu amigo.

Tudo o que quis e quero, é conquistar-te à tua própria tranqüilidade.
De ti só desejo guardar uma lembrança: "Muitas e muitas vezes que vi quando tinhas Deus no coração generoso e empapado de lágrimas de ternura, tu me ensinaste muito mais que pensas"
E por isso que quando não tendo podido falar de Deus contigo, tenho falado de ti a Deus.
E de alguma forma nunca deixei de estar presente.
Mas sabes o que mais me encanta em nossa amizade? - Penso que permaneceste livre apesar do tanto que já me ouviste, sei que jamais me escravizaste. Se tudo não for amizade, então não sou teu amigo. Se tudo isso for amizade, estamos quites.
Cresceste em Deus do teu jeito e eu cresci do meu.

(Padre Zezinho)







Minha homenagem aos grandes amigos de minha vida.
Renato Emanuel

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Estão tentando mascarar a PL122! Vamos até o fim Contra a vergonhosa PL122.

Na última quarta-feira 18/05, o senador Marcelo Crivella propôs uma mudança no texto do PLC 122, que criminaliza a “homofobia” — um termo amplamente interpretado pelos ativistas gays e seus aliados como todo e qualquer ato e expressão médica, filosófica, religiosa e moral contra a conduta sexual. A intenção de Crivella é obter consenso entre cristãos e ativistas homossexuais.


A proposta do senador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) – que é antigo aliado de Lula e Dilma Rousseff – mantém e reforça no PLC 122 a criminalização da violência, preconceito e discriminação contra os homossexuais sem agredir o direito de pastores, padres e ministros religiosos de expressarem seu pensamento. Eles poderão dizer que o homossexualismo é pecado, mas, de acordo com Crivella, sem ofender e criar qualquer tipo de incitação ao ódio ou que cause violência.

- Pela proposta dele, teoricamente uma família evangélica ou católica que descobrir que a babá que contratou é lésbica poderá dizer que o lesbianismo é pecado, mas não poderá demiti-la, sob risco de ser enquadrada como infratora de preconceito e discriminação.

- Por essa proposta, teoricamente um pai e mãe católicos ou evangélicos terão o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderão impedir que a escola pública de seu filho doutrine o homossexualismo, sob risco de serem enquadrados como infratores de preconceito e discriminação.

- Por essa proposta, teoricamente um seminário católico ou evangélico que descobrir que matriculou um homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá cancelar a matricula, sob risco de ser enquadrado como infrator de preconceito e discriminação.

- Por essa proposta, teoricamente uma escola católica ou evangélica que descobrir que contratou um funcionário homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá demiti-lo, sob risco de ser enquadrada como infratora de preconceito e discriminação.

- Por essa proposta, teoricamente uma pensão católica ou evangélica, diante de uma dupla gay que quiser um quarto, terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá recusar um quarto os homossexuais praticarem seus atos, sob risco de ser enquadrada como infratora de preconceito e discriminação.

- Por essa proposta, teoricamente um empresário católico ou evangélico terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá demitir ou evitar a contratação de um homossexual praticante, sob risco de ser enquadrado como infrator de preconceito e discriminação.

Conclusão: Ao defender o direito de os cristãos expressarem críticas ao homossexualismo, mas sem direito de rejeitar praticantes do homossexualismo em qualquer escola, pensão, empresa ou casa; o senador Crivella disse: “Mais do que ninguém no Brasil, os cristãos repudiam a violência sob qualquer forma, inclusive contra os homossexuais, repelem a discriminação e o preconceito e se recusam a fazer parte da ira insana dos sectários e da intolerância bruta, cruel e fria dos fanáticos. Mas os cristãos defendem também o direito de se expressar de maneira pacífica. O PLC 122/06 já naufragou porque quer dar direitos a uns destruindo o direito dos outros, afetando cláusulas pétreas da Constituição federal”.

Para criar um consenso em torno do PLC 122, representantes da bancada gay e da bancada evangélica, sob Crivella, formaram um grupo de trabalho. Já que a bancada gay será representada pelo senador Humberto Costa, líder do PT.

Amigos, twittem
#ContraPL122
#ContraKitGay
@ContraPL122
@ContraKitgay

Enviem email's repudiando essa vergonha inconstitucional que deforma a moral da família e criminaliza a sua Fé verdadeiramente Cristã, pois quem é favor de uma imbecilidade desta não pode ser considerdo Cristão!

Endereço de parlamentares para repudiar a PL122 segue o link
http://www.senado.gov.br/senadores/senadoresPorUF.asp


E contra o KIT GAY que o governo pretende distribuir nas escolas publicas, acesse:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N8370


Fonte: http://diganaopl122.wordpress.com/2011/05/26/as-articulacoes-do-senador-crivela-para-aprovar-o-plc-122/

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Nata da CNBB sobre decisão do STF em relação a união homoafetiva

NOTA DA CNBB A RESPEITO DA DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL QUANTO À UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO!


Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.

A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.

As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).

As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.

É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.

A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.

Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.

Aparecida (SP), 11 de maio de 2011

Dom Geraldo Lyrio Rocha

Arcebispo de Mariana – MG
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira

Arcebispo de Manaus – AM
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa

Arcebispo nomeado para Campo Grande – MS
Secretário Geral da CNBB

Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/index.php

sábado, 14 de maio de 2011

PL 122, a lei que se volta contra a Família e o Evangelho





BRASIL (*) - A lei da homofobia (PL 122/2006), que tramita no Senado brasileiro, concederia privilégios ao homossexualismo, comenta o bispo de Dourados (Mato Grosso do Sul).

Segundo dom Redovino Rizzardo, a lei, destinada a proteger quem opta por atitudes e práticas homossexuais, "não é tão inofensiva como parece".

Para defender e amparar pessoas que até agora se sentiram marginalizadas, corre-se o perigo de violentar a quem pensa e age diferente", escreve o bispo, em artigo difundido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

De acordo com dom Redovino, se aprovado, "o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho".

Assim - comenta o prelado- , "um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por “ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”.

A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão.

Pelo que tudo indica -destaca o bispo de Dourados-, "a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual".

Preparem-se para ocupar uma cela em algum presídio do país

"Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país", afirma.

Segundo dom Redovino, "a lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, não é tão inofensiva como parece".
"Se já agora as organizações homossexuais, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, conseguem, junto ao Poder Judiciário, indenizações não insignificantes por “danos morais”, ninguém imagina o que poderá acontecer após a aprovação do decreto-lei."

O PL 122 criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de prisão. Sendo assim, fere a liberdade religiosa e de expressão, direitos garantidos pela Constituição brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9.

Aqueles que não puderem estar presente também podem ajudar nessa luta em favor da família e da liberdade de expressão.

Entre no site www.senado.gov.br/senadores e envie email's para os representantes do seu estado: “Sr. Senador, rejeite a PL122/2006. Em favor da família, em favor da liberdade de expressão e abaixo a pedofilia.”

Quem desejar pode ainda enviar esse pedido para os senadores dos demais estados da federação.

Fontes:


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ser Cristão é crime!

Pois é meus amigos e amigas, a lei agora é amordaçar o Cristão, banalizar a família, indignar a moral a favor da popularidade e do politicamente correto!
Se a moda é lutar pelos direitos, então lutemos pelo nosso, como Cristão!
Aprovaram por unanimidade a união homosexual no país. (Respeito mas ainda sim não concordo)
Querem aprovar a adoção de crianças por casais gays! (Não respeito nem concordo)
Querem legalizar o aborto. (Não respeito muito menos concordo)
Pelo jeito, daqui alguns dias, veremos algo assim: "O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ADVERTE: Ser Crisão é crime inafiançável"
Seremos João Batista, Estevão ou Santa Inês dos tempos modernos! Podemos ser presos e até caçados simplismente por defender a Fé que professamos!
O politicamente correto tem se tornado o grande mal da sociedade!
Se crer em Jesus, seguir seus ensinamentos e amar absolutamente tudo que Deus fez e da forma como Ele fez for preconceito...PODEM ME PRENDER!!!
Eu que sempre fui contra, hoje a politica nacional me obriga ser favorável ao divórcio, mas o divórcio gay!
Convido a todos os Católicos e Cristãos de modo geral e não se calarem, a não sentirem medo nem vergonha por defender nossa Fé, nossa riqueza espiritual, aquilo que Jesus nos ensinou e pelas quais inumeras pessoas ao longo daa história morreram.
Postem, comentem, gravem videos, musicas, façam muito barulho e não se entreguem ao medo nem ao comodismo. Não sejam passivos diante o que estão fazendo com aquilo que Deus nos deu... a vida e a Fé!
Não se esqueçam: RESPEITAR NÃO É O MESMO QUE CONCORDAR!!!

Renato Emanuel (futuro presidiário por defender a própria fé)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Sexualidade e o Grupo de jovens!

Olá meus queridos amigos e amigas. Não se espantem com o título da postagem, é algo absolutamente natural e definitivamente necessário que falemos disso.
Graças a Deus, hoje nossa Igreja vive um momento muito bom em relação a Espiritualidade de sua Juventude, com inumeros grupos de oração para jovens e Pastorais da Juventude espalhadas por todo país, se fortalecendo a cada dia e recebendo milhares de jovens o tempo todo.
A Juventude que busca a Deus luta constantemente para lidar e controlar sua sexualidade de modo sadio sem desviar o foco de sua espiritualidade, mas para isso é muito importante que o Grupo ou pastoral colabore com esses jovens.
Então você me pergunta como poderia o Grupo de oração, ou pastoral da Juventude ajudar seus jovens a lidar com a sexualidade?
Vamos por partes...
Primeiramente não devemos perder o foco que é e sempre será Jesus Cristo, ou seja, é primordial que o incentivo a vida de oração pessoal seja incentivada constantemente, pois essa batalha dificilmente será vencida sem uma vida orante, (Lectio Divina, o terço ou rosário, oração pessoal, louvor, etc..)
Mas e na prática, no dia-a-dia dos encontros?
O jovem possui uma facilidade natural de apego, de afeto e isso se reflete muito na atitude do abraço que é sem dúvida, uma forma maravilhosa e fraterna de zelo e afetividade, mas um simples abraço quando é dado sem discernimento pode trazer alguns problemas para o convivio do grupo mas sobretudo para o próprio jovem.
Para explicar melhor isso, vamos dar o exemplo de um grupo de oração...
Em um encontro de jovens num grupo de oração, é comum encontrarmos jovens (na maioria meninas) com problemas de afetividade e/ou carência, e num momento de oração toca-se a música "Ninguém te ama como eu", aí aparece um SERVO do grupo muito prestativo e a acolhe nos braços para de certo modo ORAR por ela, enquanto a mesma se desmorona em prantos por causa de seus problemas pessoais ao ouvir a CONVENIENTE música...e pronto, perdeu-se o foco!
Sabemos que uma pessoa que sofre de carência, tende a se apegar muito facilmente com as outras pessoas, e exatamente por isso é preciso muito discernimento por parte da liderança do grupo para evitar este tipo de situação, onde o foco (JESUS CRISTO) pode acabar sendo desviado, e isso poderia se tornar um problema para o grupo e seus membros, afinal já foi comprovado que muitos jovens abandonam a Igreja depois de uma decepção, na grande maioria das vezes decepção amorosa..pois teve o foco desviado.
Veja bem, não estou dizendo que um servo não deve orar para um participante, mas devemos discernir se naquele momento convém que um SERVO ore por uma participante, ou se poderia ser melhor uma SERVA, a fim de preservar ambos e desta forma lidar de modo santo com a sexualidade nos grupos de jovens.
Resumindo, se perceberem a necessidade... o ideal seja que Servo ore para o participante, e que SERVA ore para a participante.
Este recado é sobretudo para as lideranças de grupos e pastorais, para que a vida ou existencia do grupo não seja prejudicada por este tipo de situação.
As jovens que participam destes movimentos, não abram mão da vaidade mas cuidem-se para que o inimigo não use da fraqueza humana e masculina dos meninos através de suas roupas... Meninas sejam belas e santas desde o olhar até o esmalte da unha.
Muitos grupos tiveram inumeros casos de problemas com servos e participantes entre namoros, amizades, fatos e atitudes que causaram escandalos que poderiam ser evitados.
Trabalhar com jovem é sempre prazeroso, e ao mesmo tempo dificil, é preciso discernimento e muito auxilio por parte de Espirito Santo, para que principalmente a coordenação possa perceber estas situações e agir com sabedoria.
Jovens de Oração possuem uma Sexualidade Abençoada, enquanto o mundo tenta transforma-la em Sensualidade, e esta certamente não vem de Deus. Por isso devemos diferenciar entre nossos jovens SEXUALIDADE x SENSUALIDADE
Vivam a sexualidade Santa e não deixem que a Sensualidade acabe com a Espiritualidade e o amor que existe em seu grupo, em sua Pastoral.
"Sede Santos, por que Eu sou Santo" Lv 11,44

Renato Emanuel

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Missa é chata para quem é chato na Missa!


Pois é meus queridos irmãos, ao longo de anos de caminhada, encontramos de tudo pelo caminho, entre conversões e desvios, milagres e espera, ânimo e desânimo, Fé e a falta dela percemos em tudo isso, a determinação do ser humano na incansável busca de respostas ou sinais que para alguns não são tão fáceis de serem encontrados.
Para nós Católicos, podemos dizer que toda nossa Fé se resume principalmente ao Milagre da Celebração Eucarísitca, e nela encontramos toda resposta, todo milagre, toda cura, todo sinal e santidade que buscamos.
Mas infelizmente, alguns irmãos que até julgam professar a Fé Católica costumam cometer um grande erro ao tentar responder porque não participam da Igreja ou sequer vão a Missa como deveriam. Alguns argumentam: "A Missa na minha Paróquia é chata". Se você que está lendo este texto, não se encaixa neste perfil, ótimo... mas se você ao ler isso pensou: "Nossa, ele está falando da minha Paróquia" eu digo a você que não, não falei de sua Paróquia, se você acha que a Missa na sua Paróquia é chata, então estou falando de você e para você.
Sabe porque você acha a Santa Missa chata? PORQUE VOCÊ É MUITO CHATO NA MISSA!!!
São muitas as pessoas que encontram desculpas e culpados para não participar da Igreja, e chegam ao cumulo de dizer que a Maior Riqueza que temos na Igreja é simplismente chata, talvez porque a música não lhe agrada, ou o a Homilia do Padre o incomoda, ou quem sabe o calor da Igreja, ou as pessoas que frequentam a Igreja não lhe agradam, ou até mesmo o próprio ambiente lhe é incomodo.
São pessoas que vão a Missa por obrigação e não prazer, fingem abraçar uma Fé muito mais por medo do inferno do que por Amor ao Céu, olham o tempo todo para o relógio, se dispersam com qualquer coisa, o tempo todo reparando nas atitudes das outras pessoas, ficam irritados se a Homilia demora um pouco mais que o normal e vão a loucura com os avisos ou teatros no final da Missa, ou seja, a pessoa viu tudo, menos Jesus presente na Eucaristia e depois diz que a Missa é que é chata... FAÇA-ME O FAVOR HEIN!
O pior de tudo, é que são essas pessoas que depois começam a passar dificuldades, e vão "buscar" Deus em outros lugares onde oferecem respostas imediatas e milagres a troco de dinheiro, e saem felizes dizendo que lá sim encontraram a Deus... triste isso, já que Deus é Onipresente, mas em nossa Igreja bate o coração de um Jesus Eucarístico e quando Ele se faz presente no Santíssimo Sacramento, muito não o enxergam, ou simplismente fazem pouco caso de sua presença.
A Missa deixará de ser chata, para aqueles que deixarem de ser chatos para ela e buscar participar plenamente da Liturgia, deixar-se envolver pelo momento Sagrado da Comunhão.
Toda Missa Cura, toda Missa é milagrosa, toda Missa liberta...desde que nossa Fé se rende a tudo isso!
Volto a dizer meus amigos, quando alguém disser que a Missa é chata, de um modo bem terno e sereno diga para ela que isso só vai mudar quando ela deixar de ser chata na Missa!

Fiquem com Deus!

Renato Emanuel

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Aos pés de tua Cruz - Banda Dom


Vou ficar bem aqui
Aos pés de tua Cruz
Olhando em teus olhos
Tua face de Luz
Não sou merecedor
De todo este Amor
Perdoa porque o matei

Ah! Por que zombam de ti e não te consolam?
Não vêem o bem que fizeste por toda a Terra
Ah! Por que não deixa a cruz e larga o sofrer?
E ainda pede ao Pai perdão por quem não crê

Ouço o teu grito chamar meu nome
Entrega-me ao Pai e lava o meu pecado
O céu se abre, a dor me consome
Não tenho mais dúvidas
És o Filho de Deus

Composição : Ana Paula Ismerim e Frederico Cruz


quinta-feira, 21 de abril de 2011

Não basta seguir, é preciso Confiar!



Para muitos parece bastante simples dizer: "Confia no Senhor", mas esta passagem mostra exatamente o contrário. Esta citação do Evangelho de Mateus vem nos mostrar o quanto nossa natureza é falha, o quanto somos capazes de desacreditar em Deus nos momentos de fraqueza, de solidão, de medo ou Angústia.
Pedro, se tornara um dos primeiros Apóstolos de Jesus tendo portanto a oportunidade de segui-lo, ouviu o Sermão da montanha, presenciou inumeras curas como a do Paralitico e do leproso entre tantas outras, ouviu todas as Parábolas por Cristo contadas, viu Jesus acalmar tempestades e expulsar demônios, e ainda sim num momento de medo e dúvida, viu sua Fé fraquejar logo na frente daquele qual é o único Digno de total confiança.
Pedro andava com Jesus, amava Jesus, seguia Jesus, Falava em nome de Jesus e quis estar perto de Jesus, mas para isso naquela noite, naquele momento, sobre aquelas águas, ele precisaria vencer o medo, a dúvida para alcançar as mãos de Jesus... Pedro foi vencido.
Jesus conhece profundamente nosso coração, ele conhecia o coração de Pedro e sabia de sua fraqueza... ao vê-lo afundando em meio as Águas, estendeu-lhe as mãos, trouxe para junto de si, mas fez questão de questionar a falta de Fé daquele que estava ao seu lado e ainda sim não possuia plena confiança em suas Palavras.
Meus amigos, assim somos nós muitas vezes ao longo de nossa caminhada, até porque essa passagem é direcionada principalmente para aqueles que dizem seguir Jesus, como Pedro seguia... para aqueles que falam, pregam, oram, intercedem, louvam em  nome de Jesus.
Você que está lendo este texto e já tem alguns anos de caminhada, busque em suas lembranças, quantos irmãos e irmãs não caminharam ao teu lado, coordenadores de grupos ou pastorais, Jovens de ministério de musica, pessoas que participavam de teatro, pregadores da Palavra, Intercessores, amigos que ao decorrer do tempo, mesmo andando ao lado de Jesus e levando sua Palavra, deixaram-se levar pelas decepções, medos, angústias, desânimo, provações e acabaram se afundando nas Águas da falta de Fé como Pedro naquela noite.
Infelizmente, muitos do nossos irmãos que afundaram nessa incerteza, não conseguiram ou não quiseram estender as mãos para Jesus traze-los de volta ao barco da Fé e hoje vivem a mercê do comodismo ou até mesmo de uma fé contrária a doutrina Católica, buscando respostas para seus medos e sofrimentos em lugares que oferecem soluções rápidas e mágicas. Esqueceram do primeiro Amor, do chamado Eucarístico, do Amor Materno de Nossa Senhora...
Devemos ter consciência de nossas fraquezas, de nossas falhas, mas não devemos nos entregar a elas, não devemos deixar que o inimigo use nossos problemas para ferir nossa certeza de Fé. Para isso é preciso muito mais do que simplismente estar ao lado de Jesus, é preciso muito mais do que simplismente pregar, cantar, tocar, interceder em nome de Jesus... é preciso sobretudo Confiar em Jesus, fazer aquilo que ele diz como Maria nos aconselha (JO2,5) e quando no pior dos momentos, sentirmos que estamos afundando em meio as nossas fraquezas, devemos nesta hora estender nossa mão em direção a Jesus, oara que ele nos traga de volta para dentro do barco, com a certeza de que a tempestade de nossa vida, será então acalmada por Ele.
Confia no Senhor meu amigo(a), e deixe que ele guie seus passos, sua vida, seu agir, seu pensar, seu falar, seu ministério, seus planos e projetos, sua família, suas amizades...coloque tudo isso no Coração de Jesus e deixe a Graça acontecer em sua Vida. A exemplo de Pedro, que em muitas vezes demonstrou outras fraquezas, ainda sim Jesus confiou-lhe a sua Igreja, porque Jesus conhecia o coração de Pedro. Assim também conhece o meu coração, conhece o teu coração e Jesus tem planos para sua vida, mas que dependem do seu sim, da sua disponibilidade em segui-lo, mas principalmente de acreditar em suas Palavras, portanto meu amigo(a)...
Confie no Senhor!!!

Renato Emanuel

terça-feira, 19 de abril de 2011

No Twitter agora tem o @BlogJuvCatolica

É com muita alegria que convidamos a todos os Católicos a seguirem nosso perfil também no Twitter... @BlogJuvCatolica;


Todos juntos por uma Juventude Católica Mariana e Eucaristicamente forte na Fé!

Renato Emanuel

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Confissão, Sacramento de Cura

A confissão, reconciliação, sacramento da penitência ou sacramento do perdão é um sacramento que envolve a remissão de pecados perante um padre (presbítero) ou bispo que neste momento atua em nome de Cristo, e o recebimento do perdão divino das faltas confessadas e de uma penitência (reparação de danos causados pelo pecado). É praticado na Igreja Católica, na Igreja Ortodoxa e em algumas comunidades religiosas da Igreja Anglicana. A Igreja Católica pune automaticamente com excomunhão qualquer sacerdote que revelar o que lhe foi dito em confissão.


Na Bíblia
Jesus Cristo cedeu aos doze apóstolos o poder de perdoar os pecados (Jo 20,21-23). São Paulo posteriormente adverte da necessidade e da origem deste sacramento (2Cor 5,18). As Igrejas cristãs que praticam a confissão ensinam que este poder foi transmitido ao clero, que pode ser visto como os sucessores espirituais dos Apóstolos, que continuariam a transmiti-los. O poder de perdoar os pecados, porém, não deve ser conferido a qualquer um (1Tm 5,22), ainda que o valor deste sacramento não dependa da santidade pessoal do sacerdote (Rom 5,11), pois o objetivo é evitar escândalos causados por pessoas despreparadas, que não compreendam este sacramento em sua totalidade (1Tm 4,14).

Arrepender-se é preciso
Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica 297, além do perdão dos pecados conferido pelo Batismo, é necessário o sacramento da penitência "porque a nova vida da graça, recebida no Batismo, não suprimiu a fragilidade da natureza humana nem a inclinação para o pecado (isto é, a concupiscência), Cristo instituiu este sacramento para a conversão dos baptizados que pelo pecado d’Ele se afastaram."
Os atos do penitente são "um diligente exame de consciência; a contrição (ou arrependimento), que é perfeita, quando é motivada pelo amor a Deus, e imperfeita, se fundada sobre outros motivos, e que inclui o propósito de não mais pecar; a confissão, que consiste na acusação dos pecados feita diante do sacerdote; a satisfação, ou seja, o cumprimento de certos actos de penitência, que o confessor impõe ao penitente para reparar o dano causado pelo pecado."
"Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão."
Resumidamente, a penitência desempenha a função de perdoar os pecados do indivíduo, e assim alcançando a absolvição ou o perdão de Deus.

Penas temporais
Mas, o perdão obtido pela Reconciliação não significa a eliminação total das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e de praticar as boas obras, a fim de reparar o mal cometido pelo pecado. Se as penas temporais ainda não forem eliminadas durante a vida terrena, as pessoas que as têm necessitam de uma purificação no Purgatório, antes de entrar no Paraíso.

Indulgências
A indulgência é a eliminação total ou parcial das penas temporais do cristão devidas a Deus pelos pecados cometidos, mas já perdoados pelo sacramento da Confissão, na vida terrena. A existência das indulgências é a consequência da crença católica de que o perdão obtido pela confissão não significa a eliminação das penas temporais, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado, necessitando por isso de obter indulgências e praticar as boas obras, a fim de reparar o mal que teria sido cometido pelo pecado.

Recebendo indulgências
Entre as práticas que levam o cristão a obter uma indulgência, há, por exemplo, a reza do Santo Rosário, os Exercícios Espirituais de St. Inácio de Loyola, a leitura piedosa das Sagradas Escrituras, o uso e devoção ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, a visita ao Santíssimo Sacramento durante pelo menos 30 minutos, bem como o uso constante de um objeto de piedade, devidamente benzido pelo Sumo Pontífice ou por um Bispo ou ainda por um padre (crucifixos, medalhas bentas, etc.). Além disso, certas orações aprovadas pela autoridade eclesiástica também conferem indulgências, são algumas delas:

"Nós vos damos graças, Senhor, por todos os vossos benefícios. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém".
Santo Anjo (oração ao Anjo da Guarda).
Angelus, Regina Caeli.
Alma de Cristo.
Creio.
Ladainhas aprovadas pela Igreja.
Magnificat.
Lembrai-vos.
Miserere.
Ofícios breves: Ofícios breves da Paixão de Cristo, Sagrado Coração de Jesus, da Santíssima Virgem Maria, da Imaculada Conceição e de São José.
Oração mental.
Salve Rainha.
Sinal da Cruz.
Veni Creator.
Santo Rosário.

Das primeiras formas de indulgências às que temos hoje em dia houve grandes modificações, visto que as antigas eram muito mais físicas, o que impossibilitava o cumprimento pelas pessoas mais idosas.
Existe um livro recém lançado - Indulgências - Esse tesouro é seu!, do Pe. Ernani Maia dos Reis (prior do Mosteiro Santíssima Trindade) que explica o que são as indulgências de modo extremamente simples e ainda tem uma lista de práticas indulgenciadas

Exame de consciência
O exame de consciência, que serve para o pecador rever e deliberar sobre os pecados cometidos e também as boas obras praticadas, é baseado nos Dez Mandamentos, que é a base mínima da conduta moral correta de qualquer católico:

1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.
2º - Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.
3º - Guardar domingos e festas de guarda.
4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
7º - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
8º - Não levantar falsos testemunhos.
9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
10º- Não cobiçar as coisas alheias.

A confissão e a Igreja
Sobre este sacramento, Bento XVI disse: "O Sínodo lembrou que é dever pastoral do bispo promover na sua diocese uma decisiva recuperação da pedagogia da conversão que nasce da Eucaristia e favorecer entre os fiéis a confissão frequente. Todos os sacerdotes se dediquem com generosidade, empenho e competência à administração do sacramento da Reconciliação, limitando a prática da absolvição geral exclusivamente aos casos previstos, permanecendo como forma ordinária de absolvição apenas a pessoal."
Por isso, o fiel, ciente de que deve se confessar pelo menos uma vez por ano pela Páscoa da salvação, ao receber a absolvição deve ficar atento à fórmula da absolvição, quando o presbítero diz que o Pai das misericórdias é a fonte de todo o perdão e que Ele realiza a reconciliação dos pecadores pela Páscoa do seu Filho e pelo dom do seu Espírito, através da oração e do ministério da Igreja.

Como fazer uma boa confissão?
Após um meticuloso exame de consciência para a confissão, por meio da oração e do exame de consciência, o fiel aguarda pacientemente a sua vez, invocando para si e para o próximo a luz do Espírito Santo e a graça de uma conversão radical. Aproximando-se do sacerdote no confessionário, ele faz o sinal-da-cruz e deve iniciar a confissão dizendo: "Padre, dai-me a vossa bênção, porque pequei". Em seguida, com a maior precisão possível, diz o tempo transcorrido desde a última confissão, seu estado de vida (celibatário, casado, viúvo, estudante, consagrado, noivo ou namorado...) e se cumpriu a penitência recebida da última confissão. Pode ainda levar ao conhecimento do confessor os acontecimentos nos quais se sentiu particularmente perto de Deus, os progressos feitos na vida espiritual. Segue-se a confissão dos pecados, com simplicidade e humildade, expondo os fatos que são transgressões da lei de Deus e que mais intensamente pesam na consciência.
Primeiro, são confessados os pecados graves ou mortais, conforme sua espécie e número, sem perder-se em detalhes e sem diminuir a própria responsabilidade. Para se obter um aumento da graça e força no caminho de imitação de Cristo, confessam-se também os pecados veniais. Depois, dispõe-se a acolher os conselhos e advertências do confessor aceitando a penitência proposta. O penitente reza o ato de contrição e o sacerdote pronuncia a fórmula da absolvição. Ele despede-se do sacerdote respondendo à sua saudação: "Demos graças a Deus", e então permanece um pouco na Igreja agradecendo ao Senhor.

Exemplos de Ato de Contrição para o final da Confissão
O Ato de Contrição é uma oração que expressa a tristeza pelos pecados realizados, reconhecendo o pecado como um mal em sua vida, renunciando-o definitivamente.

“Meu Deus, tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós e mereci ser castigado. Meu Pai e Salvador, perdoai-me, não quero mais pecar. Amém.”


"Meu bom Jesus, crucificado por minha culpa, estou muito arrependido por ter feito pecado, pois ofendi a vós tão bom, e mereci ser castigado neste mundo e no outro; mas perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar. Amém."


“Meu Deus, eu me arrependo de todo o coração de vos Ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo firmemente, ajudado com a vossa graça, fazer penitência e fugir às ocasiões de pecado. Amém”.

Considerações finais
Todo Católico é chamado de forma muito especial, a confessar-se na Semana Santa, num tempo específico de conversão. A confissão é um grande instrumento de Fé, Conversão e Renovação para o Cristão por Amor de Cristo em sua Páscoa, que é passagem do pecado para a vida da Graça.
Mas não só na quaresma, ou na Semana Santa, porém a todo momento somos chamado a receber este Sacramento que nos reconcilia com Deus, Sacramento que cura o coração ferido pelo pecado e renova a chama da certeza do Amor de Deus por nós em sua misericórdia.

Renato Emanuel

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Campanha da Fraternidade 2011 (CF-2011)


TEMA
"Fraternidade e a Vida no Planeta"

LEMA:
"A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).

CARTAZ


Durante uma coletiva de imprensa, na sede da Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), dia 21/02  foi apresentado o material da Campanha da Fraternidade de 2011 (CF). O Secretário Geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, apresentou o tema da Campanha, “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme como em dores de parto”.


“A Campanha da Fraternidade deste ano (2011), reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, disse dom Dimas.

Questionado se a escolha do lema “A criação geme como em dores de parto” foi feita em virtude das discussões acerca do aborto que ocorre neste período eleitoral, o presidente da CNBB disse que não e explicou o processo de definição dos temas da Campanha da Fraternidade.

“Essa escolha (do tema da CF-2011) não se fez agora, no contexto das discussões do momento atual. A escolha do tema de 2012, inclusive, já foi definida. Esse processo acontece com dois anos de antecedência”, disse. “O tema Fraternidade e vida no planeta inclui a questão do aborto, mas não se esgota nisso”, acrescentou o arcebispo.

O secretário Executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, declarou que “o objetivo da campanha é de contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participarem dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”.


A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, e se estende por toda a Quaresma. A partir deste mês de outubro, as lideranças das comunidades eclesiais estudam os materiais da CF preparando-se para a realização da Campanha na Quaresma.

Hino da CF 2011

1. Olha, meu povo, este planeta terra:
Das criaturas todas, a mais linda!
Eu a plasmei com todo amor materno,
Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)

Nossa mãe terra, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
Ou simplesmente agonia?!
Vai depender só de nós!
Vai depender só de nós!

2. A terra é mãe, é criatura viva;
Também respira, se alimenta e sofre.
É de respeito que ela mais precisa!
Sem teu cuidado ela agoniza e morre.

3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos...
Que a fome mata e a miséria humilha.
Eu sonho ver um mundo mais humano,
Sem tanto lucro e muito mais partilha!

4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
Sente esse ar que te entreguei tão puro...
Agora, gases disseminam morte;
O aquecimento queima o teu futuro.

5. Contempla os rios que agonizam tristes.
Não te incomoda poluir assim?!
Vê: tanta espécie já não mais existe!
Por mais cuidado implora esse jardim!

6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
De dores geme toda a criação. (Rm 8,22)
Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
Quero essa terra em plena gestação!

O Hino CF2011 no youtube


Oração da Campanha da Fraternidade 2011


Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tender por todos nós.
Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.
Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.
E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.

Amém.

Fontes:
Site da CNBB
bigmae.com
youtube

Renato Emanuel



quarta-feira, 13 de abril de 2011

30 anos de Diocese de São José dos Campos

A Diocese de São José dos Campos convida todos diocesanos para a Missa em Ação de Graças pelos 30 anos de sua criação:


Faça sua caravana paroquial, traga suas faixas e venha participar deste momento de louvor a Deus pelos 30 anos de caminhada da Diocese de São José dos Campos!
Dia 1º de maio de 2011
Horário: 15 horas
Local: Pavilhão Gaivotas

Av. Olivo Gomes, s/nº
Parque da Cidade / São José dos Campos

A Diocese: http://www.diocese-sjc.org.br/

Por que existe Sofrimento?

O sofrimento da humanidade é também fruto do pecado
Saber sofrer é saber viver. Jesus Cristo nos faz compreender o significado do sofrimento. Ninguém sofreu como Ele e ninguém como Ele soube enfrentar o sofrimento e dar-lhe um sentido transcendente.

Um dia, Karl Wuysman, escritor francês, entre o revólver e o crucifixo, escolheu o crucifixo. O fato de Jesus ter sofrido como ninguém, e ser Deus e Santo, mostra que o sofrimento não é castigo. Uma prova de que Deus não deseja o sofrimento e não o manda como castigo a ninguém um sinal forte de que o Reino de Deus já estava entre nós eram as curas, os milagres, os exorcismos, entre outros, que Jesus fazia, isto é, vitórias sobre o mal e sobre o sofrimento. Alguns perguntam: “Se Deus existe, então, como pode permitir tanta desgraça?”

A resposta católica para o problema do sofrimento foi dada de maneira clara por Santo Agostinho († 430) e por São Tomás de Aquino († 1274): "A existência do mal não se deve à falta de poder ou de bondade em Deus; ao contrário, Ele só permite o mal porque é suficientemente poderoso e bom para tirar do próprio mal o bem" (Suma Teológica l qu, 22, art. 2, ad 2). "Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus" (Rm 8,28).

Deus, sendo perfeitíssimo, não pode ser a causa do mal, logo, é a própria criatura que pode falhar, já que não é perfeita como seu Criador. Mas, o mal pode ser também o uso mau de coisas boas. Uma faca é boa na mão da cozinheira, mas não na mão do assassino... O sofrimento da humanidade, sobretudo, é também fruto do pecado. São Paulo disse que "o salário do pecado é a morte" (Rm 6,23).

Nossos erros geram sofrimentos para nossos descendentes também. Os filhos não herdam os pecados dos pais, mas podem sofrer pelas consequências deles . O Papa João Paulo II, em 11/02/84, na Carta Apostólica sobre o sofrimento declarou que: "O sentido do sofrimento é tão profundo quanto o homem mesmo, precisamente porque manifesta, a seu modo, a profundidade própria do homem e ultrapassa esta. O sofrimento parece pertencer à transcendência do homem" (Dor Salvífica, n. 2).

Para que o homem fosse "grande", digno, nobre, Deus o fez livre, inteligente, com sensibilidade, vontade, memória, entre outros. Deus Pai não poderia impedir o homem de Lhe dizer "não": senão lhe tiraria a liberdade e este seria apenas um robô, uma marionete, um teleguiado. E o Altíssimo não quis isso.
Deus não é paternalista, é Pai: não fica "passando a mão por cima" dos erros dos filhos. Esta é a lei da justiça: quem erra, deve arcar com as consequências de seus erros. "Deus não fez a morte nem tem prazer em destruir os viventes" (Sb 1,13).

Por Felipe Aquino
Fonte: cancaonova.com

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Estamos em retiro

É com grande prazer que lhes informo que estaremos em retiro Querigmático juntamente com a Pastoral da Crisma da Paróquia São Benedito do Galo Branco, realizado neste final de semana (8,9 e 10 de Abril) na Casa Kolbe em Caçapava!
Oh Glória!!!!

Renato Emanuel

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A Importância da Espiritualidade do Catequista


A Espiritualidade é importatíssimo na vida de todo Católico, mas o Catequista como formador de opinião, como Imitador de Cristo e Anunciador da Boa Nova deve sempre dar um passo a mais em busca de uma Espiritualidade Sadia.
Vejamos abaixo os pontos mais importantes desta Espiritualidade:


1- Assegura a vocação, a fé, o conteúdo e a vivência do catequista;
Todos os dias o Cristão, sobretudo o Catequista como formador de opinião é testado profundamente em sua vocação, colocando sua fé e seu chamado a prova.
Por isso é tão importante a nutrir incansavelmente sua Espiritualidade na vivência de seu dia-a-dia e claro, no conhecimento da Palavra e da Doutrina;
Realça a força transformadora da Palavra de Deus e da sua mensagem na sua vida pessoa e na capacitação para o anúncio;
A Espiritualidade é fundamental para que o Catequista tenha plenas condições de se alimentar da palavra e deixar-se transformar por ela para sobretudo anuncia-la de maneira coesa e lúcida, em conjunto ao Magistério da Igreja.

2- Garante a perseverança diante das dificuldades internas e externas;
Uma Espiritualidade bem vivida, faz com que o Catequista dê um grande Testemunho de fé aos seus catequizados, principalmente diante das dificuldades por ele enfrentado;
Seja lá qual for a provação, o Catequista encontra ânimo para superar seus obstáculos justamente nas virtudes de uma Espiritualidade bem alicerçada, através da meditação da Palavra, da oração pessoal, da oração do Terço e toda Devoção Mariana, mas sobretudo à sua entrega Pessoal a Jesus Eucarístico (Adoração e Comunhão).
Uma Espiritualidade alimentada por tudo isso, faz do Catequista um grande exemplo de Fé e Fortaleza para sua turma da Catequese.

3- Ajuda o catequista em sua missão de conduzir os catequizandos a Cristo;
“Cristo deve habitar no coração da Catequese” (CIC-426)
“Aquele que é chamado a "ensinar o Cristo" deve, portanto, procurar primeiro este ganho supereminente que é o conhecimento de Cristo; é preciso aceitar perder tudo... a fim de ganhar a Cristo e ser achado nele, e conhecer o poder de sua Ressurreição e a participação em seus sofrimentos, conformando-me com ele em sua Morte, para ver se alcanço a ressurreição de entre os mortos" (CIC-428)
Cristo deve habitar o coração da Catequese, portanto deve habitar é claro, no coração do Catequista. (Ver Filipenses capítulo3)
A Espiritualidade do Catequista o torna um imitador de Cristo e faz com que sua Catequese tenha mais maturidade e convicção na Missão de levar seus Catequizados a Cristo;

4- Colabora na coerência de vida do catequista.
Testemunho de vida é fundamental para que o Catequista possa desempenhar seu papel de modo pleno.
O Catequista que não busca enriquecer sua Espiritualidade, corre o risco de deixar-se afastar do caminho, muitas vezes até sem perceber, entregando-se ao comodismo e em seguida fatalmente o Contra-Testemunho.
O Contra-testemunho de um Catequista pode ser muito maior do que ele próprio possa imaginar, porque além de não cumprir com a Missão que Jesus lhe confiou e ofender a Deus, acaba muitas vezes levando consigo a Fé de muitos de seus Catequizados que lhe conferiram respeito e confiança.
Para que tudo isso seja evitado, é fundamental que o Catequista dedique-se convictamente a sua Espiritualidade e a Missão que lhe foi Confiada pelo próprio Cristo.

Para mim , viver é Cristo (Fl 1,21)

“O fiel deve testemunhar o nome do Senhor, confessando sua fé sem ceder ao medo. O ato da pregação e o ato da catequese devem estar penetrados de adoração e de respeito pelo nome de Nosso Senhor, Jesus Cristo.” (CIC 2145)

cont...

Renato Emanuel

Ele Ressuscitou! Aleluia, pois Ele Vive!

Homenagem da Juventude Católica a João Paulo II, inesquecível!

E você? O que faria? (Ative a legenda em Português na barra do video)